Martin Yeza, deputado da Assembleia Nacional da Argentina, acredita que as stablecoins podem desempenhar um papel fundamental na estrutura de pagamentos do país. Ele também apoia a permissão para que o banco central detenha criptomoedas e que empresas estatais como a YPF explorem criptomoedas, embora o governo ainda não tenha implementado isso imediatamente.
Os analistas locais também apoiam a tendência de “tetherização” – o uso de stablecoins como USDT como ferramenta para estabilizar a economia, substituindo a dependência total do dólar americano. Segundo Rocelo Lopez, um empresário de criptomoedas, a tetherização ajudará a tornar as transações mais transparentes, de baixo custo e sem necessidade de aprovação do governo dos EUA, ao contrário do processo tradicional de dolarização.
Relatórios recentes indicam que os bancos argentinos estão se preparando para oferecer serviços de criptomoedas aos clientes, enquanto o banco central está elaborando medidas para abrir o mercado de criptomoedas para bancos privados.