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Empresa de Análise Marítima do Reino Unido: Tráfego diário no Estreito de Hormuz caiu para 3 navios
A empresa de análise marítima com sede no Reino Unido, Windward, publicou um relatório no dia 20, dizendo que, no dia 19, apenas 3 navios passaram pelo Estreito de Hormuz, atingindo um recorde recente de menor tráfego.
O relatório afirmou que, no dia 19, um cargueiro entrou no estreito, um petroleiro e um navio de carga saíram do estreito, uma redução de 32 navios em relação ao dia anterior, indicando uma queda drástica, refletindo o “efeito de dissuasão contínua” dos incidentes de ataque de navios ocorridos em 18 de julho.
Além disso, de acordo com a mídia britânica, citando dados de navegação no dia 20, o tráfego no Estreito de Hormuz “quase parou completamente”.
O relatório da Windward também registrou que, em 18 de julho, 4 navios foram atacados perto do Estreito de Hormuz, sem vítimas.
De acordo com o site da Organização Marítima Internacional, até o dia 20, foram confirmados 25 incidentes de ataque de navios na área, resultando na morte de 10 marinheiros.
Um porta-voz da Organização Marítima Internacional afirmou no dia 20 que a situação na área próxima ao Estreito de Hormuz continua instável e volátil, e que os navios na região devem manter “o mais alto nível de alerta”, evitando ações arriscadas sem garantias de segurança.
No dia 18, o Irã afirmou que, devido às “reiteradas violações de promessas pelos Estados Unidos”, retomou o controle do trânsito de navios pelo Estreito de Hormuz.
O Comando Central dos EUA disse no dia 19 que, naquele dia, os EUA dispararam contra um navio mercante iraniano que tentava romper o bloqueio e se dirigir ao porto de Abadeh, no Irã, fazendo-o perder propulsão, e que os Marines dos EUA posteriormente embarcaram e assumiram o controle do navio.