Bank of America recomenda alocação moderada em criptoativos para clientes de alta renda

Última atualização 2026-03-27 06:07:03
Tempo de leitura: 1m
O Bank of America emitiu sua primeira recomendação para que clientes de gestão de patrimônio destinem de 1% a 4% de suas carteiras a criptoativos, incluindo diferentes tipos de ETFs de Bitcoin. Essa decisão evidencia o aumento da demanda entre clientes de alta renda e demonstra uma mudança mais ampla, com grandes instituições financeiras consolidando sua presença no mercado de criptoativos.

Bank of America envia novo sinal para clientes de perfil patrimonial elevado

O Bank of America anunciou a inclusão de recomendações para alocação em ativos digitais em seus serviços de gestão de patrimônio e, pela primeira vez, oferece orientações explícitas sobre a composição de portfólios. Agora, clientes do Merrill, Bank of America Private Bank e Merrill Edge recebem orientação oficial para destinar de 1% a 4% de seus portfólios a ativos digitais, facilitando a participação em mercados inovadores.


(Fonte: Erik McGregor/LightRocket via Getty Images)

A recomendação é voltada principalmente a clientes com perfil inovador e que toleram maior volatilidade de mercado.

ETFs de Bitcoin agora fazem parte da cobertura oficial de investimentos

Desde 5 de janeiro, a equipe de estratégia de investimentos do Bank of America passou a acompanhar oficialmente quatro ETFs de Bitcoin:

  • Bitwise Bitcoin ETF (BITB)
  • Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC)
  • Grayscale Bitcoin Mini Trust (BTC)
  • BlackRock iShares Bitcoin Trust (IBIT)

O Bank of America destaca que investidores mais conservadores podem iniciar pelo percentual mínimo recomendado, enquanto perfis com maior apetite ao risco podem optar por alocações mais elevadas.

Antes não era possível recomendar proativamente; política muda diante da alta demanda

Até então, clientes de perfil patrimonial elevado do Bank of America precisavam solicitar acesso a produtos de criptoativos, pois assessores não podiam recomendá-los de forma ativa. Com o aumento expressivo da demanda, o Bank of America afirma que a atualização da política reflete o crescente interesse do mercado por ativos digitais. O Diretor de Investimentos ressalta que a procura por produtos regulados de criptoativos avança rapidamente.

Instituições financeiras líderes impulsionam tendência de alocação em criptoativos

O Bank of America não está isolado entre os grandes players tradicionais que vêm reformulando suas estratégias para ativos digitais. Nos últimos meses, diversas instituições de Wall Street divulgaram novas diretrizes de alocação em criptoativos:

  • Morgan Stanley: Recomenda alocação de 2%–4% em criptoativos.
  • BlackRock: Sugere 1%–2% de alocação em Bitcoin.
  • Fidelity: Recomenda de 2%–5%, permitindo até 7,5% para investidores mais jovens.
  • Vanguard: Planeja lançar ETFs e fundos selecionados de cripto.

Além disso, Morgan Stanley, Schwab, Fidelity e JPMorgan já permitem a compra de ETFs de criptoativos selecionados por seus clientes.

Mudanças regulatórias posicionam cripto como elemento central do setor financeiro

Com o início do governo Trump, a política dos EUA para criptoativos mudou rapidamente. Restrições anteriores à participação de bancos no segmento foram eliminadas, trazendo maior clareza regulatória e incentivando a entrada de instituições financeiras tradicionais no setor.

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Resumo

À medida que as principais instituições financeiras adaptam suas estratégias e incorporam ativos digitais, a nova orientação do Bank of America marca um ponto de virada para a gestão de patrimônio tradicional. Os ativos digitais deixaram de ser uma aposta experimental e passam a compor portfólios tradicionais. Com regulação mais clara e uma variedade maior de produtos financeiros, ativos digitais devem assumir papel cada vez mais relevante no mercado financeiro global, oferecendo aos investidores um ambiente mais desenvolvido e acessível.

Autor: Allen
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