Revisão Anual do Litígio Pump.fun: Informante Misterioso, Registros Internos e Respostas Reveladas

2025-12-24 11:44:50
intermediário
Meme
Este artigo traz uma análise detalhada sobre o processo coletivo em curso contra a Pump.fun no Distrito Sul de Nova York. O conteúdo acompanha o desenrolar do caso, desde a ação original envolvendo o token $PNUT, passando pela consolidação e ampliação do processo sob a legislação RICO, incluindo Solana e Jito. O relatório revela evidências provenientes de 15.000 registros internos de conversas e expõe as alegações de frontrunning de MEV. Além disso, aborda a queda expressiva de 85% no volume de negociações e as operações de recompra que totalizam US$ 216 milhões.

Em janeiro de 2025, o mercado de meme coins atingiu seu ápice de euforia. Com o lançamento do token TRUMP pelo então presidente dos EUA, Trump, uma onda inédita de especulação tomou conta do segmento, e o mito das “moedas 100x” passou a dominar o foco dos investidores.

Simultaneamente, uma ação judicial foi discretamente movida contra a plataforma Pump.fun.

Avançando para os dias atuais.

O cofundador e Chief Operating Officer da Pump.fun, Alon Cohen, está sem publicar nas redes sociais há mais de um mês. Para Alon—normalmente ativo e constantemente “online”—esse silêncio é marcante. Dados revelam que o volume semanal negociado na Pump.fun caiu de um pico de US$3,3 bilhões em janeiro para apenas US$481 milhões, uma retração superior a 80%. Enquanto isso, o preço do PUMP recuou para US$0,0019, representando uma queda de cerca de 78% em relação ao seu topo histórico.

Em 12 de julho, poucos meses antes, o cenário era radicalmente diferente. A oferta pública da Pump.fun, com preço único de US$0,004 por token, esgotou em apenas 12 minutos e arrecadou aproximadamente US$600 milhões, elevando o ânimo do mercado.

O contraste entre o otimismo do início do ano e o cenário atual é evidente.

Durante toda essa volatilidade, o programa de recompra se manteve como único ponto constante. A equipe da Pump.fun segue realizando recompras diárias conforme o planejado. Até o momento, o total de recompras já soma US$216 milhões, absorvendo cerca de 15,16% do suprimento circulante.

Paralelamente, o processo judicial que passou despercebido durante o frenesi do mercado agora avança silenciosamente.

Tudo Começou com as Perdas em $PNUT

A trajetória tem início em janeiro de 2025.

No dia 16 de janeiro, o investidor Kendall Carnahan protocolou uma ação judicial (Processo nº: Carnahan v. Baton Corp.) no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York, tendo como alvo a Pump.fun e seus três fundadores. A alegação de Carnahan era objetiva: após comprar tokens $PNUT e sofrer perdas, ele acusou a Pump.fun de comercializar valores mobiliários não registrados, violando a Lei de Valores Mobiliários dos EUA de 1933.

Documentos judiciais mostram que a perda efetiva de Carnahan foi de apenas US$231.

Duas semanas depois, em 30 de janeiro, outro investidor, Diego Aguilar, entrou com uma ação semelhante judicial (Processo nº: Aguilar v. Baton Corp.). Diferente de Carnahan, Aguilar adquiriu uma gama maior de tokens—including $FRED, $FWOG, $GRIFFAIN e outras meme coins lançadas na Pump.fun. A ação de Aguilar foi mais abrangente, representando todos os investidores que compraram tokens não registrados na plataforma.

Naquele momento, os dois processos seguiram separados, mas os réus eram os mesmos:

A operadora da Pump.fun, Baton Corporation Ltd, e seus três fundadores: Alon Cohen (COO), Dylan Kerler (CTO) e Noah Bernhard Hugo Tweedale (CEO).

Processos Unificados, Investidor com Perda de US$240.000 Assume a Liderança

As duas ações independentes rapidamente atraíram a atenção do tribunal. A juíza Colleen McMahon, do Distrito Sul de Nova York, identificou uma questão: ambos os casos envolviam os mesmos réus, plataforma e alegações. Por que julgá-los separadamente?

Em 18 de junho de 2025, a juíza McMahon questionou diretamente os advogados dos autores:

Por que existem duas ações para o mesmo tema? Ela exigiu justificativas dos advogados para não unificar os processos.

Os advogados dos autores inicialmente tentaram manter os casos separados—um focado em $PNUT, outro em todos os tokens da Pump.fun, sugerindo dois líderes distintos.

Mas a juíza não se convenceu. Essa estratégia de “dividir para conquistar” desperdiçaria recursos judiciais e poderia gerar decisões conflitantes. O ponto central: todos os autores enfrentam a mesma questão—acusam a Pump.fun de vender valores mobiliários não registrados e alegam serem vítimas de um sistema fraudulento único.

Em 26 de junho, a juíza McMahon decidiu unir os dois processos. Sob o Private Securities Litigation Reform Act (PSLRA), ela nomeou Michael Okafor—que, segundo registros judiciais, perdeu cerca de US$242.000 em operações na Pump.fun, valor significativamente superior ao dos demais autores—como líder do grupo.

Com isso, investidores antes dispersos passaram a atuar de forma coordenada.

Foco Volta-se para Solana Labs e Jito

Apenas um mês após a unificação dos processos, os autores surpreenderam o mercado.

Em 23 de julho de 2025, os autores protocolaram uma Petição Consolidada Alterada, ampliando drasticamente o rol de réus. Desta vez, o alvo não era apenas a Pump.fun e seus três fundadores—mas os principais agentes do ecossistema Solana.

Novos réus:

  • Solana Labs, Solana Foundation e seus executivos (réus Solana): Os autores alegam que o envolvimento da Solana foi muito além de fornecer tecnologia blockchain. Documentos judiciais indicam coordenação técnica e comunicação próxima entre Pump.fun e Solana Labs, superando o padrão de relacionamento entre desenvolvedor e plataforma.
  • Jito Labs e seus executivos (réus Jito): Os autores afirmam que a tecnologia MEV da Jito permitiu que insiders pagassem taxas extras para garantir prioridade em suas transações, comprando tokens antes dos usuários comuns e lucrando por meio de arbitragem sem risco.

A estratégia dos autores é clara: demonstrar que Pump.fun, Solana e Jito não atuaram de forma isolada, mas formaram uma comunidade de interesses. Solana forneceu infraestrutura blockchain, Jito as ferramentas de MEV, e Pump.fun operou a plataforma. Juntos, criaram um sistema aparentemente descentralizado, mas manipulado.

Alegações Centrais: Muito Além de “Perder Dinheiro”

Muitos podem pensar que se trata apenas de investidores insatisfeitos com perdas em meme coins. Mas uma análise detalhada dos documentos judiciais revela alegações de fraude arquitetada com precisão.

Primeira Alegação: Venda de Valores Mobiliários Não Registrados

Essa é a base jurídica do processo.

Os autores defendem que todos os tokens meme lançados na Pump.fun constituem contratos de investimento. Segundo o teste Howey, esses tokens se enquadram como valores mobiliários. No entanto, os réus nunca registraram esses ativos junto à SEC e os comercializaram publicamente, violando as Seções 5, 12(a)(1) e 15 da Lei de Valores Mobiliários de 1933.

A Pump.fun vendeu tokens por meio do mecanismo de “bonding curve”, mas não divulgou informações de risco, dados financeiros ou histórico do projeto—requisitos essenciais em ofertas de valores mobiliários registrados.

Nota: O teste Howey é um padrão jurídico definido pela Suprema Corte dos EUA no caso SEC v. W.J. Howey Co. de 1946, utilizado para determinar se uma transação representa um “contrato de investimento”. Se atender aos critérios, o ativo é considerado “valor mobiliário” e está sujeito à regulação e registro/disclosure pela SEC, conforme a Lei de Valores Mobiliários de 1933 e a Lei de Valores Mobiliários de 1934.

Segunda Alegação: Operação de Empresa de Jogos de Azar Ilegal

Os autores caracterizam a Pump.fun como um “cassino de meme coins”. Argumentam que usuários que compram tokens com SOL estão, na prática, “apostando”, com resultados determinados por sorte e especulação, sem utilidade real. A plataforma atua como a “banca”, cobrando 1% de taxa por transação, semelhante ao rake de cassinos.

Terceira Alegação: Fraude Eletrônica e Propaganda Enganosa

A Pump.fun anuncia “fair launch”, “sem pré-venda” e “rug-proof”, transmitindo a ideia de igualdade de condições. Na realidade, segundo os autores, essas afirmações são falsas.

Documentos judiciais apontam que a Pump.fun integrou secretamente a tecnologia MEV da Jito Labs. Insiders cientes desses mecanismos e dispostos a pagar taxas extras podiam usar “Jito bundles” para comprar tokens antes dos demais usuários, vendendo posteriormente após a valorização—clássico front-running.

Quarta Alegação: Lavagem de Dinheiro e Transmissão Não Licenciada de Recursos

Os autores acusam a Pump.fun de receber e transferir grandes volumes sem licença de transmissor de dinheiro. Documentos judiciais afirmam que a plataforma teria facilitado a lavagem de fundos roubados por hackers do grupo norte-coreano Lazarus Group. Por exemplo, hackers lançaram um token meme chamado “QinShihuang” na Pump.fun, usando o alto tráfego e liquidez da plataforma para misturar fundos ilícitos com operações legítimas de varejo.

Quinta Alegação: Ausência Total de Proteção ao Investidor

Diferente de plataformas financeiras tradicionais, a Pump.fun não adota procedimentos de Conheça Seu Cliente (KYC), protocolos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML) ou sequer checagem de idade mínima.

O argumento central dos autores: não se trata de um investimento afetado pela volatilidade do mercado, mas de um sistema fraudulento projetado para favorecer insiders e causar prejuízo ao varejo.

Essa ampliação muda radicalmente o escopo do processo. Agora, os autores descrevem a Pump.fun como parte de uma “rede criminosa” maior, e não como agente isolado.

Um mês depois, em 21 de agosto, os autores apresentaram uma Declaração de Caso RICO, alegando formalmente que todos os réus formaram uma “organização de extorsão”, operando um “cassino de meme coins” manipulado sob o disfarce de uma “plataforma de fair launch”.

A lógica dos autores é transparente: a Pump.fun não atua de forma autônoma. Solana fornece infraestrutura blockchain, Jito tecnologia MEV, e juntos, os três formam uma comunidade de interesses, fraudando investidores comuns.

Mas quais evidências sustentam essas alegações? A resposta veio meses depois.

Evidências-Chave: Informante Confidencial e Registros de Chats

A partir de setembro de 2025, a natureza do caso mudou substancialmente.

Os autores obtiveram provas concretas.

Um “informante confidencial” entregou à equipe jurídica dos autores o primeiro lote de registros internos de chats—aproximadamente 5.000 mensagens. Supostamente, vieram de canais internos da Pump.fun, Solana Labs e Jito Labs, documentando coordenação técnica e interações comerciais entre as três partes.

Essa evidência foi um divisor de águas para os autores. Antes, as alegações de conluio técnico, manipulação MEV e front-running de insiders eram especulativas, sem provas diretas.

Esses registros de chats internos supostamente revelam uma “relação conspiratória” entre as três empresas.

Um mês depois, em 21 de outubro, o informante entregou um segundo lote—mais de 10.000 registros de chats e arquivos relacionados. Esses documentos detalham:

  • Integração técnica da Pump.fun com a Solana Labs
  • Como as ferramentas MEV da Jito foram incorporadas ao sistema de negociação da Pump.fun
  • Discussões entre os três sobre “otimização” de workflows de negociação (interpretadas pelos autores como manipulação de mercado)
  • Como insiders exploraram vantagens informacionais para operar trades

Os advogados dos autores afirmaram nos autos que esses registros de chats “revelam uma rede de fraude cuidadosamente arquitetada”, provando que a relação entre Pump.fun, Solana e Jito ia muito além de uma “parceria técnica” superficial.

Pedido de Nova Petição Alterada

Com esse volume expressivo de novas evidências, os autores solicitaram tempo para organizar e analisar o material. Em 9 de dezembro de 2025, o tribunal aprovou o pedido dos autores para apresentação de uma Segunda Petição Alterada, autorizando a inclusão das novas provas.

O desafio era grande: mais de 15.000 registros de chats precisavam ser revisados, triados, traduzidos (alguns podem não estar em inglês) e analisados—uma carga de trabalho monumental. Com a proximidade do Natal e do Ano Novo, a equipe jurídica dos autores estava pressionada pelo tempo.

Em 10 de dezembro, os autores solicitaram extensão do prazo para apresentação da Segunda Petição Alterada.

No dia seguinte, 11 de dezembro, a juíza McMahon concedeu a prorrogação. O novo prazo: 7 de janeiro de 2026. Após o Ano Novo, uma Segunda Petição Alterada—possivelmente com alegações ainda mais contundentes—será apresentada ao tribunal.

Situação Atual do Caso

Até agora, o processo já se estende por quase um ano, mas a disputa real está apenas começando.

Em 7 de janeiro de 2026, os autores apresentarão a Segunda Petição Alterada com todas as novas evidências. Só então será possível saber o que os 15.000 registros de chats realmente revelam. Enquanto isso, os réus permanecem em absoluto silêncio. O cofundador da Pump.fun, Alon Cohen, está ausente das redes sociais há mais de um mês, e os executivos da Solana e Jito não se manifestaram publicamente sobre o caso.

Curiosamente, apesar da amplitude e do impacto do processo, o mercado cripto segue praticamente indiferente. O preço da Solana não sofreu grandes oscilações em razão da ação judicial, e enquanto o $PUMP continua caindo, isso está mais relacionado ao colapso da narrativa das meme coins do que ao processo em si.

Epílogo

O processo, originado por perdas em negociações de meme coins, evoluiu para uma ação coletiva contra todo o ecossistema Solana.

O caso já ultrapassou o estágio de “alguns investidores buscando ressarcimento por perdas”. Agora, aborda questões centrais da indústria cripto: A descentralização é real ou apenas uma ilusão bem construída? O fair launch é verdadeiramente justo?

No entanto, diversos pontos cruciais seguem sem resposta:

  • Quem é o informante confidencial? Um ex-funcionário, um concorrente ou um regulador infiltrado?
  • O que realmente está nos 15.000 registros de chats? São provas definitivas de conluio, ou apenas comunicações comerciais normais fora de contexto?
  • Como os réus irão responder?

Em 2026, com a apresentação da Segunda Petição Alterada e o avanço do processo, talvez finalmente tenhamos algumas respostas.

Declaração:

  1. Este artigo é uma reprodução de [TechFlow]. Os direitos autorais pertencem ao autor original [June]. Caso haja objeções à reprodução, entre em contato com a equipe Gate Learn, que tomará as providências cabíveis conforme os procedimentos aplicáveis.
  2. Disclaimer: As opiniões e perspectivas expressas são exclusivas do autor e não constituem recomendação de investimento.
  3. Outras versões deste artigo em diferentes idiomas são traduzidas pela equipe Gate Learn. Exceto quando Gate for mencionado, artigos traduzidos não podem ser copiados, distribuídos ou plagiados.

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