A maioria dos investidores em dividendos não percebe que está a cometer um erro crítico todos os dias. É um hábito terrível—um que os leva a ignorar algumas das melhores oportunidades de rendimento no mercado. O culpado? Ferramentas financeiras gratuitas como o Google Finance e o Yahoo Finance. Estas plataformas por padrão mostram apenas movimento de preço, escondendo completamente a verdadeira história por trás de títulos de alto rendimento.
Este mau hábito é especialmente dispendioso para investidores em fundos fechados (CEF), já que os CEFs são especificamente desenhados para pagar a maior parte dos retornos como dividendos. Mas o dano estende-se a qualquer carteira focada em rendimento. Vamos ver um exemplo concreto.
O Estudo de Caso BlackRock: Por que o seu Scanner mente a si
Considere BlackRock Science and Technology Trust (BST), um CEF que detém Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), NVIDIA (NVDA) e outras grandes ações tecnológicas. Oferece um rendimento atraente de 7,5% e é gerido pelo maior gestor de ativos do mundo.
Se procurasse BST num scanner de ações padrão na última década, veria algo preocupante: um aumento de preço de 130,4%. Entretanto, o S&P 500—um índice mais amplo com menos exposição tecnológica—parece ter destruído o BST. Em papel, o BST parece um perdedor.
Ou será que não?
O Mau Hábito que Cega os Investidores
Aqui é onde esse mau hábito entra em ação. A maioria dos scanners gratuitos mostra o retorno de preço de mercado—apenas a variação do preço da ação de A a B. Mas isso é apenas metade da equação para os CEFs. O que eles não mostram é o retorno total, que inclui todos os dividendos reinvestidos.
Esta distinção raramente importa para ações típicas. NVIDIA rende apenas 0,02%, Apple rende 0,4%, e Mastercard (MA) rende 0,6%. A maioria dos investidores nunca pensa em dividendos. Por isso, os scanners ignoram-nos.
Mas os CEFs são animais diferentes. Eles priorizam pagamentos de dividendos, com rendimentos médios de 8,9% em comparação com apenas 1,1% para ações típicas do S&P 500. Ignorar os seus dividendos significa perder a maior parte dos retornos.
Os Números Reais: O Retorno Total Conta a Verdadeira História
Quando se consideram todos esses dividendos reinvestidos, a história do BST transforma-se dramaticamente. O retorno total na última década: 408,5%—em comparação com apenas 130,4% de valorização do preço.
De repente, o BST não só supera o S&P 500; supera-o de longe. Um investimento de 10.000$ em 2016 teria crescido para 50.850$, e não apenas 23.040$. A diferença: 27.810$ em rendimento que o mau hábito teria custado.
Porquê? Porque os CEFs são máquinas de rendimento. Recolhem rendimentos de obrigações, ações, REITs e outros ativos, e distribuem quase tudo aos acionistas. Quando reinvestes esses dividendos, estás a fazer a tua riqueza crescer mês após mês.
Quebrar o Mau Hábito em 2026
A verdadeira oportunidade está em reconhecer que retorno total é a métrica que importa. Deixe de confiar apenas em gráficos de preço. Em vez disso, procure CEFs e outros investimentos focados em dividendos onde o retorno total revela a imagem completa.
Neste momento, investidores que entram em 2026 podem aproveitar cinco CEFs que pagam mensalmente, com uma média de 9,3% de rendimento. Isso equivale a 60 “cheques” de dividendos mensais ao longo do ano para cada 100.000$ investidos—ou 9.300$ por ano.
Estes fundos oferecem:
Rendimentos fortes e consistentes de 9,3% em média
Diversificação instantânea através de ações, obrigações, REITs e mais
Descontos profundos que podem fazer os preços subir à medida que os prémios se normalizam
Quebrar o mau hábito significa mudar de uma mentalidade obsessiva com o preço para uma mentalidade focada no retorno total. É a diferença entre descobrir joias escondidas como o BST e passar por elas sem perceber. Para investidores em rendimento, essa distinção pode significar seis dígitos em retornos recuperados na próxima década.
O mercado recompensa quem olha mais fundo. E em 2026, esse olhar mais profundo começa por entender os retornos totais—não apenas os movimentos de preço.
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O mau hábito que está a custar milhões de investidores em rendimentos: por que os que oferecem mais de 7,5% de rendimento são ignorados
A maioria dos investidores em dividendos não percebe que está a cometer um erro crítico todos os dias. É um hábito terrível—um que os leva a ignorar algumas das melhores oportunidades de rendimento no mercado. O culpado? Ferramentas financeiras gratuitas como o Google Finance e o Yahoo Finance. Estas plataformas por padrão mostram apenas movimento de preço, escondendo completamente a verdadeira história por trás de títulos de alto rendimento.
Este mau hábito é especialmente dispendioso para investidores em fundos fechados (CEF), já que os CEFs são especificamente desenhados para pagar a maior parte dos retornos como dividendos. Mas o dano estende-se a qualquer carteira focada em rendimento. Vamos ver um exemplo concreto.
O Estudo de Caso BlackRock: Por que o seu Scanner mente a si
Considere BlackRock Science and Technology Trust (BST), um CEF que detém Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), NVIDIA (NVDA) e outras grandes ações tecnológicas. Oferece um rendimento atraente de 7,5% e é gerido pelo maior gestor de ativos do mundo.
Se procurasse BST num scanner de ações padrão na última década, veria algo preocupante: um aumento de preço de 130,4%. Entretanto, o S&P 500—um índice mais amplo com menos exposição tecnológica—parece ter destruído o BST. Em papel, o BST parece um perdedor.
Ou será que não?
O Mau Hábito que Cega os Investidores
Aqui é onde esse mau hábito entra em ação. A maioria dos scanners gratuitos mostra o retorno de preço de mercado—apenas a variação do preço da ação de A a B. Mas isso é apenas metade da equação para os CEFs. O que eles não mostram é o retorno total, que inclui todos os dividendos reinvestidos.
Esta distinção raramente importa para ações típicas. NVIDIA rende apenas 0,02%, Apple rende 0,4%, e Mastercard (MA) rende 0,6%. A maioria dos investidores nunca pensa em dividendos. Por isso, os scanners ignoram-nos.
Mas os CEFs são animais diferentes. Eles priorizam pagamentos de dividendos, com rendimentos médios de 8,9% em comparação com apenas 1,1% para ações típicas do S&P 500. Ignorar os seus dividendos significa perder a maior parte dos retornos.
Os Números Reais: O Retorno Total Conta a Verdadeira História
Quando se consideram todos esses dividendos reinvestidos, a história do BST transforma-se dramaticamente. O retorno total na última década: 408,5%—em comparação com apenas 130,4% de valorização do preço.
De repente, o BST não só supera o S&P 500; supera-o de longe. Um investimento de 10.000$ em 2016 teria crescido para 50.850$, e não apenas 23.040$. A diferença: 27.810$ em rendimento que o mau hábito teria custado.
Porquê? Porque os CEFs são máquinas de rendimento. Recolhem rendimentos de obrigações, ações, REITs e outros ativos, e distribuem quase tudo aos acionistas. Quando reinvestes esses dividendos, estás a fazer a tua riqueza crescer mês após mês.
Quebrar o Mau Hábito em 2026
A verdadeira oportunidade está em reconhecer que retorno total é a métrica que importa. Deixe de confiar apenas em gráficos de preço. Em vez disso, procure CEFs e outros investimentos focados em dividendos onde o retorno total revela a imagem completa.
Neste momento, investidores que entram em 2026 podem aproveitar cinco CEFs que pagam mensalmente, com uma média de 9,3% de rendimento. Isso equivale a 60 “cheques” de dividendos mensais ao longo do ano para cada 100.000$ investidos—ou 9.300$ por ano.
Estes fundos oferecem:
Quebrar o mau hábito significa mudar de uma mentalidade obsessiva com o preço para uma mentalidade focada no retorno total. É a diferença entre descobrir joias escondidas como o BST e passar por elas sem perceber. Para investidores em rendimento, essa distinção pode significar seis dígitos em retornos recuperados na próxima década.
O mercado recompensa quem olha mais fundo. E em 2026, esse olhar mais profundo começa por entender os retornos totais—não apenas os movimentos de preço.