Você já parou para pensar no que acontece quando troca de moeda em uma viagem? Essa transação simples que milhões de pessoas fazem todo ano é apenas a ponta do iceberg de um universo muito maior: o mercado de forex (ou FX, como é conhecido internacionalmente).
O câmbio além do turismo
Imagine só: Bill está saindo de Taiwan rumo aos EUA. No aeroporto, ele procura uma casa de câmbio e realiza a conversão de sua moeda local (NTD) para dólares americanos (USD). A taxa naquele dia é de 0,034, então seus 10 mil NTD se tornam 3.400 USD. Simples assim, certo? Pois bem, nesse momento aparentemente banal, Bill se tornou participante do forex.
Mas aqui vem o plot twist: essas trocas de moeda turísticas representam apenas uma fração minúscula do que realmente acontece no mercado cambial global. A maioria esmagadora das transações de moeda não tem nada a ver com viagens ou comércio internacional.
Speculators vs. economia real
O mercado de câmbio é essencialmente um espaço descentralizado onde moedas circulam constantemente entre os atores. Enquanto isso, traders e especuladores de moeda compram divisas com a esperança de revendê-las por um preço mais elevado no futuro. É essa atividade especulativa que movimenta o mercado de verdade.
Para ter uma perspectiva do tamanho disso: a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) movimenta aproximadamente US$ 200 bilhões por dia. Agora compare isso com o forex: US$ 6,6 trilhões em volume diário de negociação (dados do Banco de Compensações Internacionais de 2019). A diferença é absolutamente astronômica.
Mas calma, nem todo esse volume pertence a traders como você e eu. O mercado spot (aquele relevante para a maioria dos operadores) trabalha com cerca de US$ 2 trilhões por dia. E o segmento de varejo, onde pessoas físicas operam, representa apenas 3% a 5% desse total – algo entre US$ 200 a 300 bilhões diários, possivelmente menos.
Um mercado que nunca descansa
A maior diferença entre forex e outros mercados financeiros é simples: ele nunca fecha. Enquanto bolsas de ações e mercados de títulos dormem, o forex permanece 24 horas por dia, 5 dias por semana.
Como? A negociação apenas migra entre diferentes hubs financeiros ao redor do planeta. Quando você acorda em Auckland ou Wellington, a sessão começa. Depois flui para Sydney, Singapura, Hong Kong, Tóquio. Continua em Frankfurt, passa por Londres e termina em Nova York. Então tudo recomeça na Nova Zelândia. É um ciclo contínuo que atravessa o globo.
Essa característica torna o forex um mercado verdadeiramente global, onde as taxas de câmbio mudam a cada segundo e as oportunidades surgem 24/7. Diferente dos mercados tradicionais que dormem no fim do expediente, o mercado de câmbio simplesmente não conhece pausa.
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Câmbio Forex: o mercado que nunca dorme
Você já parou para pensar no que acontece quando troca de moeda em uma viagem? Essa transação simples que milhões de pessoas fazem todo ano é apenas a ponta do iceberg de um universo muito maior: o mercado de forex (ou FX, como é conhecido internacionalmente).
O câmbio além do turismo
Imagine só: Bill está saindo de Taiwan rumo aos EUA. No aeroporto, ele procura uma casa de câmbio e realiza a conversão de sua moeda local (NTD) para dólares americanos (USD). A taxa naquele dia é de 0,034, então seus 10 mil NTD se tornam 3.400 USD. Simples assim, certo? Pois bem, nesse momento aparentemente banal, Bill se tornou participante do forex.
Mas aqui vem o plot twist: essas trocas de moeda turísticas representam apenas uma fração minúscula do que realmente acontece no mercado cambial global. A maioria esmagadora das transações de moeda não tem nada a ver com viagens ou comércio internacional.
Speculators vs. economia real
O mercado de câmbio é essencialmente um espaço descentralizado onde moedas circulam constantemente entre os atores. Enquanto isso, traders e especuladores de moeda compram divisas com a esperança de revendê-las por um preço mais elevado no futuro. É essa atividade especulativa que movimenta o mercado de verdade.
Para ter uma perspectiva do tamanho disso: a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) movimenta aproximadamente US$ 200 bilhões por dia. Agora compare isso com o forex: US$ 6,6 trilhões em volume diário de negociação (dados do Banco de Compensações Internacionais de 2019). A diferença é absolutamente astronômica.
Mas calma, nem todo esse volume pertence a traders como você e eu. O mercado spot (aquele relevante para a maioria dos operadores) trabalha com cerca de US$ 2 trilhões por dia. E o segmento de varejo, onde pessoas físicas operam, representa apenas 3% a 5% desse total – algo entre US$ 200 a 300 bilhões diários, possivelmente menos.
Um mercado que nunca descansa
A maior diferença entre forex e outros mercados financeiros é simples: ele nunca fecha. Enquanto bolsas de ações e mercados de títulos dormem, o forex permanece 24 horas por dia, 5 dias por semana.
Como? A negociação apenas migra entre diferentes hubs financeiros ao redor do planeta. Quando você acorda em Auckland ou Wellington, a sessão começa. Depois flui para Sydney, Singapura, Hong Kong, Tóquio. Continua em Frankfurt, passa por Londres e termina em Nova York. Então tudo recomeça na Nova Zelândia. É um ciclo contínuo que atravessa o globo.
Essa característica torna o forex um mercado verdadeiramente global, onde as taxas de câmbio mudam a cada segundo e as oportunidades surgem 24/7. Diferente dos mercados tradicionais que dormem no fim do expediente, o mercado de câmbio simplesmente não conhece pausa.