A maioria das pessoas pensa que os problemas do Iraque, Irã e Venezuela são petróleo.
Robert Kiyosaki, 01 de abril de 2025 A maioria das pessoas pensa que os problemas do Iraque, Irã e Venezuela são petróleo. Esta é a história superficial. Isso diz respeito à China, e vou provar isso! Veja, esta é a questão central que a maioria das pessoas nunca perguntou: O que o Iraque tem em comum com a China de hoje? E — e isto não é algo repetido pela mídia. Não é apenas sobre petróleo. O verdadeiro ponto-chave é quem controla o sistema ao redor do petróleo. No início do século XXI, o Iraque não estava apenas vendendo petróleo. O Iraque ameaçou mudar a forma de precificar e liquidar o petróleo. Começaram a se desvincular do sistema do dólar. Foi nesse momento que o Iraque deixou de ser considerado um ‘país problemático’ e começou a se tornar uma ameaça sistêmica. O tempo passou até hoje. A China não precisa invadir países para controlar o petróleo. A China controla o petróleo através de: - Acordos de compra de longo prazo - Estrutura de troca de petróleo por dívida - Redes de transporte clandestinas - Caminhos de liquidação fora do dólar Irã e Venezuela são exemplos perfeitos. ✅ O Irã transporta cerca de 1,4 a 1,6 milhões de barris de petróleo por dia, a maior parte por canais de desconto e não públicos, direcionados à China. ✅ A Venezuela exporta cerca de 700.000 a 900.000 barris por dia, com a China como principal destino e financiador, através de acordos de garantia de dívida. Isso não é apenas uma questão de energia. É uma alavanca geopolítica. A China não está apenas comprando petróleo. Após as sanções dos EUA contra a China, ela assumiu o controle das portas de saída. E o que está acontecendo agora? Os EUA não estão ‘provocando uma guerra’. A cadeia de controle está desmoronando. Vamos por partes. Primeiro, o objetivo das sanções não é o país em si, mas: - Empresas de transporte - Seguros - Portos - Refinarias - Canais de pagamento Isso não é uma estratégia militar. É uma guerra financeira. Depois, surgiram bloqueios, apreensões e pressões marítimas — lugares onde o petróleo não consegue se esconder. Por fim, há o impacto político. Porque, uma vez quebrado: - Quem transporta o petróleo - Quem fornece o seguro - Quem realiza as liquidações você não precisa ‘possuir’ um campo de petróleo. Você controla o sistema que decide quem deve receber o pagamento. Essa é uma lição que o Iraque revelou anos atrás. Nunca foi apenas sobre petróleo subterrâneo. O que importa é: - A posição dominante da moeda - O controle da liquidação comercial - O controle do fluxo de dinheiro global O petróleo é apenas o sangue. A verdadeira luta é sobre quem controla o núcleo. É por isso que o Irã é crucial. É por isso que a Venezuela é crucial. É por isso que a China está no centro desse jogo — independentemente do que os títulos das notícias afirmem. Os ricos nunca discutem política. Eles estudam o sistema. Porque, quando o sistema muda, a riqueza também muda.
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A maioria das pessoas pensa que os problemas do Iraque, Irã e Venezuela são petróleo.
Robert Kiyosaki, 01 de abril de 2025
A maioria das pessoas pensa que os problemas do Iraque, Irã e Venezuela são petróleo.
Esta é a história superficial.
Isso diz respeito à China, e vou provar isso!
Veja, esta é a questão central que a maioria das pessoas nunca perguntou:
O que o Iraque tem em comum com a China de hoje?
E — e isto não é algo repetido pela mídia.
Não é apenas sobre petróleo.
O verdadeiro ponto-chave é quem controla o sistema ao redor do petróleo.
No início do século XXI, o Iraque não estava apenas vendendo petróleo.
O Iraque ameaçou mudar a forma de precificar e liquidar o petróleo.
Começaram a se desvincular do sistema do dólar.
Foi nesse momento que o Iraque deixou de ser considerado um ‘país problemático’
e começou a se tornar uma ameaça sistêmica.
O tempo passou até hoje.
A China não precisa invadir países para controlar o petróleo.
A China controla o petróleo através de:
- Acordos de compra de longo prazo
- Estrutura de troca de petróleo por dívida
- Redes de transporte clandestinas
- Caminhos de liquidação fora do dólar
Irã e Venezuela são exemplos perfeitos.
✅ O Irã transporta cerca de 1,4 a 1,6 milhões de barris de petróleo por dia, a maior parte por canais de desconto e não públicos, direcionados à China.
✅ A Venezuela exporta cerca de 700.000 a 900.000 barris por dia, com a China como principal destino e financiador, através de acordos de garantia de dívida.
Isso não é apenas uma questão de energia.
É uma alavanca geopolítica.
A China não está apenas comprando petróleo.
Após as sanções dos EUA contra a China, ela assumiu o controle das portas de saída.
E o que está acontecendo agora?
Os EUA não estão ‘provocando uma guerra’.
A cadeia de controle está desmoronando.
Vamos por partes.
Primeiro, o objetivo das sanções não é o país em si, mas:
- Empresas de transporte
- Seguros
- Portos
- Refinarias
- Canais de pagamento
Isso não é uma estratégia militar.
É uma guerra financeira.
Depois, surgiram bloqueios, apreensões e pressões marítimas — lugares onde o petróleo não consegue se esconder.
Por fim, há o impacto político.
Porque, uma vez quebrado:
- Quem transporta o petróleo
- Quem fornece o seguro
- Quem realiza as liquidações
você não precisa ‘possuir’ um campo de petróleo.
Você controla o sistema que decide quem deve receber o pagamento.
Essa é uma lição que o Iraque revelou anos atrás.
Nunca foi apenas sobre petróleo subterrâneo.
O que importa é:
- A posição dominante da moeda
- O controle da liquidação comercial
- O controle do fluxo de dinheiro global
O petróleo é apenas o sangue.
A verdadeira luta é sobre quem controla o núcleo.
É por isso que o Irã é crucial.
É por isso que a Venezuela é crucial.
É por isso que a China está no centro desse jogo — independentemente do que os títulos das notícias afirmem.
Os ricos nunca discutem política.
Eles estudam o sistema.
Porque, quando o sistema muda, a riqueza também muda.