Ao entrar nos primeiros dias de janeiro de 2026, o mercado financeiro global testemunha uma forte onda de valorização do ouro e da prata, ocorrendo paralelamente a uma semana marcada por uma forte pegada macroeconómica. O foco de atenção dos investidores atualmente são os próximos discursos do Federal Reserve dos EUA (Fed) juntamente com o importante relatório do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA. Espera-se que esses eventos provoquem grandes oscilações no sentimento de risco, na liquidez do dólar americano e no desempenho dos ativos digitais, especialmente o Bitcoin.
Ouro Supera Recordes, Prata Rompe Barreiras em Contexto de Instabilidade Global
Diante do aumento das tensões geopolíticas e das políticas monetárias do Fed que continuam a impactar fortemente os fluxos de capital globais, ouro e prata tornaram-se os principais ativos de refúgio. O preço do ouro disparou para US$ 4.427 por onça, enquanto a prata também registrou um aumento impressionante de até US$ 74 por onça. Essa evolução reflete a crescente demanda por ativos seguros por parte dos investidores diante das incertezas econômicas e políticas.
Autoridades de alto escalão do Fed, como John Williams, Thomas Barkin, Raphael Bostic e Neel Kashkari, estão previstos para fazer discursos importantes em breve. Os temas abordados incluem perspectivas de inflação, trajetórias de taxas de juros e diretrizes de política monetária. Acredita-se que essas declarações continuarão a impactar fortemente o mercado financeiro global, especialmente ativos sensíveis às taxas de juros, como ouro, ações e criptomoedas.
Segundo a HSBC, o ouro continuará a apresentar uma ampla faixa de variação ao longo de 2026, influenciado pela demanda de compra dos bancos centrais, preocupações com a fraqueza do dólar e fluxos de fundos de ETFs. Nicolas Frappart, analista de metais da HSBC, afirma que o preço do ouro em 2026 pode oscilar entre US$ 3.950 e US$ 5.050 por onça, encerrando o ano próximo de US$ 4.450 por onça.
Bitcoin e Ethereum Reagem a Sinais Macroeconômicos
Não apenas o mercado de metais preciosos, mas também os ativos digitais estão sendo diretamente impactados pelo cenário macroeconômico atual. O Bitcoin – a maior criptomoeda do mundo – está negociado em torno de US$ 90.632, com uma capitalização de mercado de aproximadamente US$ 1.810 bilhões, representando 58,49% do valor total do mercado de criptomoedas.
Nas últimas 24 horas, o volume de negociação do Bitcoin atingiu quase US$ 29,83 bilhões, uma redução de mais de 21% em relação ao período anterior, enquanto o preço aumentou apenas 0,35%. No entanto, ao analisar um período de 90 dias, o Bitcoin ainda apresenta uma queda de cerca de 19,16%, indicando que a pressão de ajuste ainda está presente.
A história mostra que, em períodos de tensões geopolíticas combinadas com expectativas de mudanças na política do Fed, ouro e prata costumam subir fortemente devido ao seu papel de refúgio seguro. Ao mesmo tempo, o Bitcoin também costuma apresentar grandes oscilações quando os investidores buscam alternativas de armazenamento de valor.
Perspectivas para o Mercado em 2026
O forte aumento do preço do ouro e da prata desde o início de 2026 está ajudando a moldar novamente o sentimento do mercado. Os fluxos de capital tendem a retornar para ativos defensivos, diante de uma inflação ainda com riscos potenciais e de uma política monetária ainda pouco clara. Enquanto isso, Bitcoin e Ethereum continuam a atuar como ativos que refletem as expectativas de longo prazo dos investidores em relação ao sistema financeiro descentralizado.
Se o Fed sinalizar uma postura mais branda em relação às taxas de juros, o dólar americano enfraquecer e os fluxos globais de liquidez se expandirem, o mercado pode experimentar um novo ciclo de crescimento tanto para o ouro quanto para as criptomoedas. Por outro lado, se a inflação persistir e a política monetária permanecer restritiva, a volatilidade continuará sendo o tema predominante no mercado ao longo do ano.
De modo geral, 2026 se apresenta com muitas oportunidades, mas também com diversos desafios, obrigando os investidores a monitorar de perto os sinais macroeconômicos para definir estratégias adequadas para suas carteiras.
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Ouro e Prata Fortalecem a Formação da Psicologia do Mercado em 2026
Ao entrar nos primeiros dias de janeiro de 2026, o mercado financeiro global testemunha uma forte onda de valorização do ouro e da prata, ocorrendo paralelamente a uma semana marcada por uma forte pegada macroeconómica. O foco de atenção dos investidores atualmente são os próximos discursos do Federal Reserve dos EUA (Fed) juntamente com o importante relatório do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA. Espera-se que esses eventos provoquem grandes oscilações no sentimento de risco, na liquidez do dólar americano e no desempenho dos ativos digitais, especialmente o Bitcoin. Ouro Supera Recordes, Prata Rompe Barreiras em Contexto de Instabilidade Global Diante do aumento das tensões geopolíticas e das políticas monetárias do Fed que continuam a impactar fortemente os fluxos de capital globais, ouro e prata tornaram-se os principais ativos de refúgio. O preço do ouro disparou para US$ 4.427 por onça, enquanto a prata também registrou um aumento impressionante de até US$ 74 por onça. Essa evolução reflete a crescente demanda por ativos seguros por parte dos investidores diante das incertezas econômicas e políticas. Autoridades de alto escalão do Fed, como John Williams, Thomas Barkin, Raphael Bostic e Neel Kashkari, estão previstos para fazer discursos importantes em breve. Os temas abordados incluem perspectivas de inflação, trajetórias de taxas de juros e diretrizes de política monetária. Acredita-se que essas declarações continuarão a impactar fortemente o mercado financeiro global, especialmente ativos sensíveis às taxas de juros, como ouro, ações e criptomoedas. Segundo a HSBC, o ouro continuará a apresentar uma ampla faixa de variação ao longo de 2026, influenciado pela demanda de compra dos bancos centrais, preocupações com a fraqueza do dólar e fluxos de fundos de ETFs. Nicolas Frappart, analista de metais da HSBC, afirma que o preço do ouro em 2026 pode oscilar entre US$ 3.950 e US$ 5.050 por onça, encerrando o ano próximo de US$ 4.450 por onça. Bitcoin e Ethereum Reagem a Sinais Macroeconômicos Não apenas o mercado de metais preciosos, mas também os ativos digitais estão sendo diretamente impactados pelo cenário macroeconômico atual. O Bitcoin – a maior criptomoeda do mundo – está negociado em torno de US$ 90.632, com uma capitalização de mercado de aproximadamente US$ 1.810 bilhões, representando 58,49% do valor total do mercado de criptomoedas. Nas últimas 24 horas, o volume de negociação do Bitcoin atingiu quase US$ 29,83 bilhões, uma redução de mais de 21% em relação ao período anterior, enquanto o preço aumentou apenas 0,35%. No entanto, ao analisar um período de 90 dias, o Bitcoin ainda apresenta uma queda de cerca de 19,16%, indicando que a pressão de ajuste ainda está presente. A história mostra que, em períodos de tensões geopolíticas combinadas com expectativas de mudanças na política do Fed, ouro e prata costumam subir fortemente devido ao seu papel de refúgio seguro. Ao mesmo tempo, o Bitcoin também costuma apresentar grandes oscilações quando os investidores buscam alternativas de armazenamento de valor. Perspectivas para o Mercado em 2026 O forte aumento do preço do ouro e da prata desde o início de 2026 está ajudando a moldar novamente o sentimento do mercado. Os fluxos de capital tendem a retornar para ativos defensivos, diante de uma inflação ainda com riscos potenciais e de uma política monetária ainda pouco clara. Enquanto isso, Bitcoin e Ethereum continuam a atuar como ativos que refletem as expectativas de longo prazo dos investidores em relação ao sistema financeiro descentralizado. Se o Fed sinalizar uma postura mais branda em relação às taxas de juros, o dólar americano enfraquecer e os fluxos globais de liquidez se expandirem, o mercado pode experimentar um novo ciclo de crescimento tanto para o ouro quanto para as criptomoedas. Por outro lado, se a inflação persistir e a política monetária permanecer restritiva, a volatilidade continuará sendo o tema predominante no mercado ao longo do ano. De modo geral, 2026 se apresenta com muitas oportunidades, mas também com diversos desafios, obrigando os investidores a monitorar de perto os sinais macroeconômicos para definir estratégias adequadas para suas carteiras.