Muitas pessoas pensam que a quebra do recorde histórico de 126.000 dólares em outubro significa a criação de uma nova marca de riqueza, mas essa avaliação ignora um fator crucial — a desvalorização do poder de compra. Calculado a preços de 2020, o valor real do Bitcoin atualmente está muito abaixo do que as pessoas imaginam.
O CPI é o assassino invisível dos preços
Nos seis anos desde 2020, a inflação tem corroído continuamente o poder de compra do dólar. O crescimento do índice de preços ao consumidor(CPI) significa que, hoje, 100 dólares não compram os mesmos bens que em 2020. É por isso que, ao discutir se o Bitcoin realmente atingiu novas máximas, é necessário incluir a dimensão do ajuste pela inflação.
A verdade por trás dos dados
Se ajustarmos os preços históricos do Bitcoin aos dólares de 2020 para eliminar o impacto da inflação, os resultados mostram que o Bitcoin nunca ultrapassou a marca de 100.000 dólares até hoje. Em outras palavras, embora o preço nominal tenha atingido 126.000 dólares, após seis anos de inflação, seu poder de compra real ainda não atingiu esse marco simbólico.
De acordo com os dados mais recentes, o preço atual do Bitcoin está em torno de 93.230 dólares, com uma correção significativa em relação ao pico histórico. Isso reforça a ideia de que medir o crescimento de um ativo apenas pelo preço nominal pode levar a equívocos.
Como interpretar esse fenômeno
Essa perspectiva revela uma lógica de investimento importante: o retorno nominal não equivale ao retorno real. Em ambientes de alta inflação, a valorização dos ativos pode ser apenas uma “corrida para acompanhar” a queda do poder de compra, e não uma criação de valor genuína. Portanto, ao avaliar o desempenho de ativos como o Bitcoin a longo prazo, o retorno ajustado pela inflação é um indicador mais preciso.
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Magia da inflação: por que o novo máximo de $126.000 em Bitcoin ainda está "abaixo das expectativas"
O valor real do Bitcoin é corroído pela inflação
Muitas pessoas pensam que a quebra do recorde histórico de 126.000 dólares em outubro significa a criação de uma nova marca de riqueza, mas essa avaliação ignora um fator crucial — a desvalorização do poder de compra. Calculado a preços de 2020, o valor real do Bitcoin atualmente está muito abaixo do que as pessoas imaginam.
O CPI é o assassino invisível dos preços
Nos seis anos desde 2020, a inflação tem corroído continuamente o poder de compra do dólar. O crescimento do índice de preços ao consumidor(CPI) significa que, hoje, 100 dólares não compram os mesmos bens que em 2020. É por isso que, ao discutir se o Bitcoin realmente atingiu novas máximas, é necessário incluir a dimensão do ajuste pela inflação.
A verdade por trás dos dados
Se ajustarmos os preços históricos do Bitcoin aos dólares de 2020 para eliminar o impacto da inflação, os resultados mostram que o Bitcoin nunca ultrapassou a marca de 100.000 dólares até hoje. Em outras palavras, embora o preço nominal tenha atingido 126.000 dólares, após seis anos de inflação, seu poder de compra real ainda não atingiu esse marco simbólico.
De acordo com os dados mais recentes, o preço atual do Bitcoin está em torno de 93.230 dólares, com uma correção significativa em relação ao pico histórico. Isso reforça a ideia de que medir o crescimento de um ativo apenas pelo preço nominal pode levar a equívocos.
Como interpretar esse fenômeno
Essa perspectiva revela uma lógica de investimento importante: o retorno nominal não equivale ao retorno real. Em ambientes de alta inflação, a valorização dos ativos pode ser apenas uma “corrida para acompanhar” a queda do poder de compra, e não uma criação de valor genuína. Portanto, ao avaliar o desempenho de ativos como o Bitcoin a longo prazo, o retorno ajustado pela inflação é um indicador mais preciso.