Os mercados estão a entrar num novo ciclo de volatilidade impulsionado por tarifas. Trump anunciou novas tarifas para a UE, vinculando qualquer retrocesso a um acordo com a Groenlândia — uma tática de pressão familiar.
O que foi anunciado
Tarifa de 10% a partir de 1 de fevereiro
Aumento de 25% a 1 de junho se não houver acordo
Alvos: Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos, Finlândia
Tarifas permanecem até que um acordo com a Groenlândia seja alcançado
Como isto costuma acontecer
Ameaça → anúncio formal de tarifas
Pressão no fim de semana enquanto os mercados estão fechados
Vendas nos futuros ao reabrir
Volatilidade nas manchetes no início da semana
Queda no meio da semana, compra de baixa ((tarifas ainda não estão ativas))
Manchetes de “Progresso” → os futuros reagem positivamente
Acordo anunciado perto do prazo
Principais conclusões: Tarifas são alavancagem, não o objetivo final. Os mercados sofrem mais durante a fase de manchetes, depois estabilizam assim que as negociações começam.
A volatilidade não é o resultado — é a ferramenta.
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O manual de tarifas do Trump está de volta.
Os mercados estão a entrar num novo ciclo de volatilidade impulsionado por tarifas. Trump anunciou novas tarifas para a UE, vinculando qualquer retrocesso a um acordo com a Groenlândia — uma tática de pressão familiar.
O que foi anunciado
Tarifa de 10% a partir de 1 de fevereiro
Aumento de 25% a 1 de junho se não houver acordo
Alvos: Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos, Finlândia
Tarifas permanecem até que um acordo com a Groenlândia seja alcançado
Como isto costuma acontecer
Ameaça → anúncio formal de tarifas
Pressão no fim de semana enquanto os mercados estão fechados
Vendas nos futuros ao reabrir
Volatilidade nas manchetes no início da semana
Queda no meio da semana, compra de baixa ((tarifas ainda não estão ativas))
Manchetes de “Progresso” → os futuros reagem positivamente
Acordo anunciado perto do prazo
Principais conclusões: Tarifas são alavancagem, não o objetivo final.
Os mercados sofrem mais durante a fase de manchetes, depois estabilizam assim que as negociações começam.
A volatilidade não é o resultado — é a ferramenta.