Hoje testemunhámos um evento raro que acontece apenas uma vez numa década, onde vários mercados colapsaram numa hora. Os estímulos estão interligados e complexos: desde a escalada geopolítica entre os Estados Unidos e o Irão até ao uso excessivo de alavancagem nos mercados de metais preciosos. O resultado? Perdas avultadas a nível histórico.
Perdas avultadas em múltiplos mercados
Após a abertura dos mercados americanos, começou a onda de queda. O ouro caiu 8%, eliminando 3,1 triliões de dólares em valor de mercado. A prata recuou ainda mais, 12%, levando consigo 700 mil milhões de dólares. O índice S&P 500 caiu 1,3%, apagando 800 mil milhões de dólares em capitalização das empresas americanas.
Os mercados de criptomoedas também não escaparam à onda, tendo perdido 110 mil milhões de dólares em valor. Quando somamos todas estas perdas, chegamos a mais de 5 triliões de dólares eliminados em apenas uma hora—o que equivale ao Produto Interno Bruto combinado da Rússia e do Canadá.
Escalada geopolítica e alavancagem: os verdadeiros estímulos
Mas o que desencadeou esta queda? Os estímulos são múltiplos e variados, dependendo de cada mercado. Para o ouro e a prata, a alavancagem foi o principal fator—os retalhistas estavam no auge da atividade e não conseguiram resistir à forte onda de queda.
Nos mercados de ações e criptomoedas, o estímulo geopolítico foi decisivo. O porta-aviões americano USS Abraham Lincoln entrou em estado de prontidão, possivelmente indicando preparativos militares contra o Irão. Esta notícia foi suficiente para desencadear uma enorme onda de vendas em todos os mercados seguros e de risco.
De modo geral, o nosso dia de hoje ficará como um marco importante nos registos dos mercados financeiros, estimulando debates sobre a força da alavancagem e o impacto imediato de eventos geopolíticos nos movimentos dos mercados globais.
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Múltiplos incentivos derrubam trilhões de dólares em ativos globais
Hoje testemunhámos um evento raro que acontece apenas uma vez numa década, onde vários mercados colapsaram numa hora. Os estímulos estão interligados e complexos: desde a escalada geopolítica entre os Estados Unidos e o Irão até ao uso excessivo de alavancagem nos mercados de metais preciosos. O resultado? Perdas avultadas a nível histórico.
Perdas avultadas em múltiplos mercados
Após a abertura dos mercados americanos, começou a onda de queda. O ouro caiu 8%, eliminando 3,1 triliões de dólares em valor de mercado. A prata recuou ainda mais, 12%, levando consigo 700 mil milhões de dólares. O índice S&P 500 caiu 1,3%, apagando 800 mil milhões de dólares em capitalização das empresas americanas.
Os mercados de criptomoedas também não escaparam à onda, tendo perdido 110 mil milhões de dólares em valor. Quando somamos todas estas perdas, chegamos a mais de 5 triliões de dólares eliminados em apenas uma hora—o que equivale ao Produto Interno Bruto combinado da Rússia e do Canadá.
Escalada geopolítica e alavancagem: os verdadeiros estímulos
Mas o que desencadeou esta queda? Os estímulos são múltiplos e variados, dependendo de cada mercado. Para o ouro e a prata, a alavancagem foi o principal fator—os retalhistas estavam no auge da atividade e não conseguiram resistir à forte onda de queda.
Nos mercados de ações e criptomoedas, o estímulo geopolítico foi decisivo. O porta-aviões americano USS Abraham Lincoln entrou em estado de prontidão, possivelmente indicando preparativos militares contra o Irão. Esta notícia foi suficiente para desencadear uma enorme onda de vendas em todos os mercados seguros e de risco.
De modo geral, o nosso dia de hoje ficará como um marco importante nos registos dos mercados financeiros, estimulando debates sobre a força da alavancagem e o impacto imediato de eventos geopolíticos nos movimentos dos mercados globais.