Recomendação forte, irmãos: assistam a este recente e popular curta-metragem de ficção científica de IA nacional, “O Agente”. A qualidade visual não fica atrás de “Black Mirror”, com narrativa contida e um impacto duradouro. Um engenheiro espacial passa três anos na estação espacial, enviando uma cópia sincronizada de IA como companhia para a namorada. Originalmente uma extensão do amor, acaba por se transformar na ideia de que algoritmos podem ser mais atenciosos que pessoas, que substitutos podem entender melhor as emoções do que humanos, e que a IA acaba por roubar empregos e relações íntimas dos humanos.

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