Recentemente, tenho pensado numa questão: por que tantas pessoas dizem estar presas no ciclo estranho de um casal de conveniência, mas não conseguem sair dele?



Vejam bem, o que chamamos de casal de conveniência é assim: duas pessoas juntam-se para comer, jogar, viajar, trocar presentes. Os dias passam de forma descontraída, parece tudo muito livre. Mas assim que surgem problemas reais, as contradições aparecem. Uns começam a reclamar, outros a desprezar, ambos evitam assumir responsabilidades. Quando não podem continuar naquele ritmo de diversão e prazeres, o relacionamento começa a desmoronar.

E aí, como ganhar dinheiro juntos? Casar? Como negociar o dote? Quem fica responsável pela casa e pelo carro? Quando esses problemas surgem, a primeira reação de muitos casais de conveniência não é pensar em como ajudar o outro a resolver, mas se o outro vai me atrasar ou se devo partir. Isso dói bastante.

Acredito que, na era do amor livre, os relacionamentos tornaram-se um pouco mais baratos. Muitas vezes, estamos apenas procurando alguém que preencha nossos desejos para passar os dias, sem uma conexão profunda. Mas, na verdade, onde há liberdade absoluta? A verdadeira liberdade é o resultado de subtrair os desejos da nossa renda.

Portanto, se você encontrar alguém além de um casal de conveniência, que não só beba e coma com você, mas também esteja disposto a enfrentar e resolver problemas ao seu lado — mesmo que às vezes a vida seja difícil —, você é realmente muito sortudo. Esse tipo de relacionamento tem peso e valor.
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