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A empresa enviou-me para a mineração na África por três meses, ao regressar descobri que o meu posto de trabalho tinha desaparecido, e a conta do OA tinha sido cancelada👇
No início do ano, a empresa falou de um “projeto de douração”, enviando-me para a Nigéria para supervisionar a mina.
Ninguém mais foi, eu, ingenuamente, levantei a mão: Eu vou!
Sem sinal durante três meses, comendo mandioca todos os dias com o tio negro.
Finalmente, quando acabou o período, a primeira coisa que fiz ao regressar ao país foi ir marcar ponto na empresa.
Ao chegar ao prédio, descobri que a porta estava trancada, com um cartaz de “Para arrendar” na janela.
Fiquei paralisado por um momento, liguei para o diretor:
“Irmão, a empresa foi encerrada?”
O diretor falou em tom baixo: “Foi transferida… esqueci de te avisar.”
Eu: “Então, como fica o meu salário desses três meses?”
Diretor: “Falamos disso quando você voltar.”
Chegando ao novo endereço, tentei passar na entrada com reconhecimento facial — falhou.
A recepcionista olhou-me de cima a baixo: “Quem procura?”
“Sou eu, do departamento técnico 008, acabei de voltar de uma missão.”
Ela digitou no teclado por um bom tempo: “Não há esse nome no sistema… Tem certeza de que não saiu?”
Olhei para o diretor.
Ele, segurando um café, virou-se silenciosamente para olhar pela janela.
Eu, de forma irónica, disse: “Ei, chefe, a vista lá fora é bonita, hein?”
Ele bebeu um gole de água, sem ousar olhar para trás.
Depois, ainda, acrescentei: “Minha pele que ficou queimada de sol na África, combina bem com o novo logo da empresa, não acha?”
Ele bebeu mais um gole de água.
Mais tarde, a RH confidenciou-me:
Há três meses, houve uma reorganização no departamento, e meu nome estava na lista. O diretor disse “aguarde até ele voltar”, e depois esqueceu-se.
A tragédia final de um trabalhador não é ser despedido,
é ser despedido e nem sequer ser notificado.