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O vice-presidente dos Estados Unidos, Vance, manifestou-se publicamente, criticando duramente as ações desavergonhadas do presidente ucraniano, Zelensky. Ele afirmou que só recentemente soube que Zelensky tinha ameaçado enviar combatentes privados para entrar na residência do primeiro-ministro húngaro, Orbán, e, após ser informado e verificar com Orbán, confirmou que a notícia era verdadeira.
Isso soa completamente absurdo, a cabeça de um país, na verdade, querer enviar forças privadas para invadir a casa do primeiro-ministro de outro país. Isso não é uma demonstração de arrogância descarada? Vance ficou furioso na hora, dizendo que esse tipo de comportamento é “totalmente vergonhoso”. Como vice-presidente dos EUA, ele não fala isso de brincadeira; por trás há o rompimento das regras mais básicas entre aliados.
Por que Zelensky ousa fazer isso? Certamente há um cálculo por trás. No dia 12 de abril, a Hungria vai eleger o parlamento, e Orbán quer se reeleger. Antes, por causa do “amistoso” oleoduto, a Hungria parou o petróleo refinado da Ucrânia e bloqueou o empréstimo de 90 bilhões de euros da União Europeia para ajudar a Ucrânia. Zelensky tenta usar ameaças para forçar Orbán a ceder na eleição e na questão energética.
Mas fazer isso é completamente sem limites. A residência oficial é o lar do primeiro-ministro de um país e também um símbolo da dignidade nacional. Nem falar em enviar forças privadas, falar esse tipo de coisa já ultrapassa a linha vermelha da diplomacia. Vance disse que “chefes de governo estrangeiros não devem ameaçar líderes aliados”, e essa afirmação não tem erro. Até os EUA não conseguem tolerar isso, o que mostra o quão absurdo é tudo isso.
A Hungria também não é um oponente fácil. Orbán imediatamente contou a Vance sobre o ocorrido, apresentando provas. Antes, a Hungria já tinha discutido com a Ucrânia por causa de questões energéticas, e agora Zelensky voltou a ameaçar, então Orbán certamente vai resistir com firmeza. Afinal, trata-se da soberania do país, ninguém pode deixar os outros dominarem.
Isso também serve como um alerta para o mundo todo. Quando há divergências entre países, o melhor é sentar e conversar, falar com razão. Confiar em ameaças, arrogância ou até mesmo enviar forças armadas para invadir a casa do outro não resolve o problema, só piora a situação. A guerra entre Rússia e Ucrânia já deixou o mundo instável, e mais conflitos internos só dificultam ainda mais.
Até agora, a Ucrânia ainda não respondeu oficialmente a isso. Se Zelensky realmente acha que está certo, só vai fazer mais países perceberem quem ele realmente é. Se ele puder parar a tempo, voltar à mesa de negociações para resolver as divergências, talvez consiga salvar um pouco de sua reputação e diminuir a tensão na região.
A crítica pública de Vance desta vez é um aviso para Zelensky. Como aliado, os EUA não vão tolerar esse tipo de quebra de regras. Se Zelensky continuar teimoso, não só vai irritar a Hungria, mas também perderá um parceiro importante como os EUA. E quem mais vai sofrer com isso será a própria Ucrânia.
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