Acabei de perceber que muitas pessoas estão confusas sobre qual seguro de carro realmente precisam.


Por exemplo, você recebe orçamentos e há todas essas opções e, honestamente, é meio confuso tentar descobrir o que realmente importa.

Dave Ramsey explica de forma bem simples - ele chama de Os Três Grandes e diz que esses são inegociáveis.
A cobertura de responsabilidade civil vem primeiro porque basicamente todos os estados exigem que você tenha ela de qualquer forma.
Ela cobre a outra pessoa se você cometer um erro e causar um acidente.
Mas aqui está o que Ramsey enfatiza - não compre apenas o mínimo que seu estado exige.
Ele recomenda optar por pelo menos $500.000 em cobertura total de responsabilidade (que inclui danos materiais e lesões corporais combinados).
Os mínimos estaduais, honestamente, não são suficientes se acontecer algo sério.

Depois, há a cobertura compreensiva, que cobre roubo, vandalismo, danos causados pelo clima - tudo aquilo que não é sua culpa em um acidente.
E a cobertura de colisão paga pelos reparos se você for o culpado.
Esses três juntos? É o que significa cobertura total de verdade.

Além dessas bases, Ramsey também sugere a cobertura para motoristas não segurados, já que muitos motoristas estão dirigindo com seguro insuficiente.
A cobertura de pagamentos médicos também faz sentido se você quer proteção contra despesas médicas do próprio bolso por causa de um acidente.

Agora, aqui fica a parte interessante - Ramsey é bem claro sobre o que NÃO comprar.
Ele diz para pular o seguro GAP.
A opinião dele sobre se o seguro GAP vale a pena? Não realmente, especialmente se você for inteligente na hora de comprar carros.
O conselho dele é simplesmente comprar um carro usado à vista, assim você nunca precisará de cobertura GAP desde o começo.
Se você já tem um financiamento no carro, concentre-se em pagar rápido para poder cancelar essa cobertura e diminuir seus custos.

A cobertura contra quebras mecânicas? Também está na lista de pular.
Basicamente, a filosofia do Ramsey é obter as proteções essenciais que realmente importam e não gastar dinheiro com extras que parecem bons, mas não ajudam de verdade.
É uma lógica sólida - a maioria das pessoas já está pagando demais por coberturas que não precisam, enquanto fica vulnerável naquelas que realmente fazem diferença.
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