Nos últimos dias, no mercado secundário, tem havido discussões sobre royalties, na verdade, se os criadores devem ou não receber uma comissão passiva.


A aparência é uma luta entre justiça e mercado livre, mas na essência, trata-se de quem manda na liquidez: não cobrar royalties facilita as transações, cobrar dá mais estabilidade aos criadores, mas os compradores também ficarão mais exigentes.

Eu mesmo vejo uma disputa semelhante àquela de "acúmulo de rendimento" na reinvestição... uma camada sobre a outra, parece bom na superfície, mas há uma corrente oculta de riscos e incentivos sendo redistribuídos, e quem não aguentar o peso acaba levando a culpa.

Se desde o começo todos tivessem tratado os royalties como um serviço opcional, e não como uma obrigação moral imposta por padrão, talvez não houvesse tanta discussão acalorada.
De qualquer forma, agora, ao avaliar projetos, o valor do royalty não é o mais importante; o que importa é como eles explicam esse dinheiro e se podem cumprir promessas a longo prazo.
Devagar, sem pressa.
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