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Sempre em meados de abril, lembro-me daquela guerra comercial do ano passado. Naquela época, o índice do dólar caiu de 104 para 98, e agora parece o começo de uma desdolarização global.
Curiosamente, este ano, abril parece estar repetindo a mesma história.
Primeiro, o que aconteceu no ano passado. Depois que Trump apresentou aquela tabela de tarifas na Mar-a-Lago, o mercado entrou em pânico. As moedas dos países com altas tarifas desvalorizaram drasticamente, o medo se espalhou. Mas depois descobriu-se que essas tarifas eram apenas uma estratégia de negociação. O verdadeiro ponto de virada foi — o aumento do protecionismo comercial levou a uma reversão de fluxo de capitais, com o dinheiro que tinha entrado nos EUA durante o governo Biden começando a sair. Liderando, o euro, seguido pelas moedas dos mercados emergentes.
Mais importante ainda, a independência do Federal Reserve foi abalada. Em meados de abril, Trump criticou publicamente Powell por reduzir as taxas de juros muito lentamente, chegando a ameaçar trocar o presidente do Fed. O mercado reagiu imediatamente, com a taxa de swap SOFR de um ano caindo quase 20 pontos base em um mês, e as expectativas de corte de juros para o ano aumentaram significativamente. A política monetária perdeu sua independência, acelerando a venda do dólar.
Ao mesmo tempo, os bancos centrais de vários países começaram a acelerar a compra de ouro. Em abril do ano passado, o ouro oficialmente ultrapassou a marca de 3.000 dólares, continuando sua trajetória de alta. Isso reflete uma mudança na alocação de reservas globais — substituindo o dólar pelo ouro como reserva.
E agora? Parece que a história está se repetindo. O euro e o dólar australiano já retornaram às posições pré-guerra, e o yuan até atingiu uma nova máxima no ano. Sempre que surgem notícias negativas, o rebound do dólar fica cada vez mais fraco. O mercado claramente está precificando uma segunda rodada de desdolarização, e não só no mercado cambial. O mercado de ações reage ainda mais intensamente, com o mercado de ações dos EUA recuperando todas as perdas, e o índice de inovação (ChiNext) ultrapassando 3.500 pontos.
Percebi um detalhe — o preço do petróleo ainda está acima de 95 dólares, mas o mercado não se importa se Irã e EUA conseguirem chegar a um acordo substantivo. O que isso indica? Que o mercado já começou a digerir antecipadamente o impacto da guerra, focando na lógica mais profunda da desdolarização.
Porém, é preciso manter a calma: a queda do dólar nem sempre será tranquila. Atualmente, os ativos já retornaram às posições pré-guerra, e o jogo de antecipação será ainda mais intenso. Além disso, com os dados econômicos começando a melhorar, o processo de desdolarização do segundo semestre do ano passado quase parou, e para continuar caindo, será necessário mais fatores negativos.
Se a guerra terminar de uma forma difícil de chamar de bem-sucedida, a queda do dólar pode continuar. Mas o mais importante é acompanhar as políticas futuras. A implementação das políticas após o acordo de Mar-a-Lago influenciará diretamente a tendência de longo prazo do dólar.