Olha só que movimento interessante que a A16z acabou de fazer. A empresa levantou 15 bilhões de dólares em cinco fundos diferentes, e segundo eles mesmos, isso representa mais de 18% de todo o capital de risco que foi alocado nos EUA em 2025. Tipo, é bastante coisa.



O que me chamou atenção é como eles estão vendo o futuro. A A16z está apostando pesado que IA e criptomoedas são as duas arquiteturas fundamentais que vão definir os próximos 100 anos de tecnologia. Ben Horowitz, um dos caras à frente da operação, foi bem direto: se a América quer continuar liderando, precisa vencer nessas duas frentes.

Os números mostram como estão distribuindo essa grana: 6,75 bilhões para escalar startups, 1,7 bilhão em infraestrutura, 1,7 bilhão em aplicações, 1,176 bilhão no que chamam de American Dynamism (defesa, habitação, supply chain), 700 milhões em biotech e saúde, e mais 3 bilhões em outras estratégias.

Mas o que realmente faz sentido no discurso deles é a visão maior. Eles veem IA e criptomoedas não como fins em si, mas como ferramentas que vão transformar áreas que realmente importam: biologia, saúde, defesa, educação e entretenimento. É tipo reconhecer que essas tecnologias são base para tudo mais.

O ponto que eles levantam também é real: se os EUA não conseguir manter a liderança nessas arquiteturas-chave, perde posição como potência tecnológica global. Horowitz até mencionou que já estão vendo sinais disso acontecendo em IA e cripto.

É um movimento que mostra como os grandes players de VC estão vendo o tabuleiro em 2025 e além. A A16z está basicamente sinalizando que quem dominar essas tecnologias nos próximos anos vai definir o século.
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