#夏日创作营


Cinco dias seguidos de entrada no ETF de bitcoin! A primeira vez desde o fim de abril — até onde esta alta pode ir?

No fim de julho, enquanto todos ainda estavam presos ao gosto residual da Copa do Mundo, o dinheiro esperto já tinha virado a chave silenciosamente. Em 20 de julho, o ETF de bitcoin à vista nos EUA registrou uma entrada líquida diária de cerca de US$ 227 milhões; este é o quinto dia consecutivo em que houve entrada líquida positiva de capital — a primeira vez desde o fim de abril. Nos cinco dias, o montante total de captação foi de aproximadamente US$ 727 milhões, o maior período contínuo de compras após a debandada recorde de junho. O total de ativos sob gestão do ETF de bitcoin também saiu do fundo, perto de US$ 75 bilhões no começo de julho, e voltou a subir para cerca de US$ 79 bilhões. Ao mesmo tempo, o ETF de ethereum também não ficou parado: aumento de cerca de US$ 38 milhões no dia, com a ETHA da BlackRock na liderança. Enquanto isso, bitcoin e ethereum também iniciaram uma recuperação em ambos os mercados: ontem, respectivamente, voltaram a ficar acima de 66.000 e 1.950. Então por que o capital voltou a fluir para o bitcoin? Quais são as razões desta alta? Até onde a recuperação pode chegar? O “pequeno deus da fortuna” vai conversar com você:

1. Em que esta recuperação se baseia?

1. Demanda por repique após uma queda acentuada. Esta é a causa mais direta: após a brutal liquidação de junho, o bitcoin caiu 25.000 pontos a mais do que a máxima de maio, de 82.000; ou seja, no ciclo maior, os indicadores técnicos ficaram severamente sobrevendidos e o preço até rompeu a média móvel de 200 semanas, um suporte de longo prazo. A demanda por repique ficou forte, e as “pechinchas” também atraíram a enxurrada de capital de arbitragem, formando a base mais sólida para esta recuperação.

2. A volta das compras via ETF para preencher a lacuna mais crítica. Durante o trimestre passado, com a saída constante de fundos, o mercado sentiu falta justamente de compras contínuas no nível institucional. Agora, embora as entradas líquidas por cinco dias seguidos não tenham um volume impressionante, elas liberam um sinal: as instituições não saíram completamente do mercado; elas apenas estão esperando preços melhores. Quando o pânico passa e a avaliação volta para uma faixa mais razoável, o capital de alocação começa a voltar a testar.

3. A lógica de retorno de capital da “efeito Copa do Mundo” também se aplica ao mercado cripto. Toda vez que grandes competições globais acontecem, o capital especulativo naturalmente diminui — seja em Ações, seja no setor de cripto; a atenção é desviada e a aversão a risco cai, algo comum aos dois. Quando a competição termina, o capital de curto prazo, que estava reprimido, volta a procurar uma saída. A característica do mercado cripto, que funciona 24 horas por dia sem parar, torna esse retorno ainda mais direto: não é preciso esperar abrir o pregão, nem lidar com fusos horários; assim que um evento de risco acontece e a emoção se recupera, as compras podem entrar de uma vez. No fim de julho, com a poeira da Copa baixando, e quando o bitcoin ficava em consolidação na baixa para acumular força, as duas coisas entraram em um “ressonância” temporal sutil.

4. Uma virada delicada nas expectativas de política macro. Antes, o mercado apostava que o Federal Reserve iniciaria cortes de juros em 2026, mas por causa da situação geopolítica, a pressão inflacionária disparou e a expectativa de corte foi revertida. Só que justamente porque a incerteza vai sendo absorvida aos poucos — seja uma acomodação gradual entre EUA e Irã, seja o sinal de política de permitir que planos 401(k) ampliem alocação em ativos cripto — o maior “medo do desconhecido” do mercado vai esfriando. Quando o pior cenário não acontece, o dinheiro se sente mais seguro para voltar a entrar.

2. Por que o capital escolheu o bitcoin?

A razão mais direta e fundamental é: bitcoin está barato! Desde que o bitcoin atingiu uma máxima histórica de 12W+ em outubro de 2025, começou esta rodada de queda; até o mínimo por volta de 57.700 em junho de 2026, a desvalorização do “grande bolo” ficou perto de 60%, e a do ethereum passou de 60%. No mesmo período, o Dow Jones subiu perto de 20%, Nasdaq subiu mais de 25%, o mercado de ações da Coreia subiu quase 150% e o ouro teve uma queda em 2026, mas ainda assim ficou no positivo no acumulado. Se você é capital de longo prazo, vai escolher um ativo caro ou vai escolher um ativo com preço baixo, mas com visão de alta no longo prazo? A resposta é óbvia.

3. A continuidade desta alta vai até onde?

Até onde esta alta pode ir depende de três variáveis-chave:

Prova 1: As entradas no ETF conseguem sair do modo “pulso” e virar “tendência”. US$ 727 milhões em cinco dias podem parecer muito, mas comparado à saída líquida de 5,4 bilhões no primeiro semestre, isso é pouco. O verdadeiro ponto de virada precisa ser visto como entradas líquidas contínuas no nível de semanal, e não só correções emocionais de uma ou duas semanas. Se os dados seguintes mostrarem que as entradas voltam a interromper, esta alta provavelmente será apenas um “pulo de gato morto”.

Prova 2: Guerra de touros e ursos entre US$ 69.000 e 70.000. Pelo lado técnico, antes o bitcoin ficou oscilando por muito tempo perto de US$ 75.000; US$ 65.000 é o limite que os compradores precisam defender. Se houver volume e o preço conseguir se manter acima de US$ 69.000, pode abrir espaço para uma recuperação intermediária. Se voltar a cair abaixo de US$ 65.000, o próximo destino provavelmente será US$ 60.000. Acima de US$ 80.000, há uma grande concentração de liquidez de stop de posições vendidas — isso é a verdadeira “pedra dura”.

Prova 3: O ethereum consegue acompanhar o ritmo. O ethereum está por volta de US$ 1.880, com alta de cerca de 10% nos últimos 30 dias, mas ainda assim caiu quase 48% no acumulado de 1 ano. Se o bitcoin subir e o ethereum continuar fraco, isso indica que o capital só se atreve a abraçar o ativo “mais seguro”, e que a preferência por risco ainda não se recuperou de verdade. Só quando o ETH romper com volume de forma sincronizada, dá para confirmar que é uma recuperação real do mercado — e não um show particular do bitcoin.

4. Qual é o alvo desta recuperação?

Embora o grande capital comece a voltar para o mercado de cripto, não se deve ficar otimista de forma cega. Afinal, no primeiro semestre de 2026, os ETFs de bitcoin somaram uma saída líquida de US$ 5,4 bilhões — é a primeira vez que este produto registra saída líquida semestral desde o lançamento. A fuga de capital entre 15 de maio e 3 de junho, com 13 pregões consecutivos de saída, ainda hoje é o registro mais longo de sangria na história dos ETFs spot. Uma pressão de venda de US$ 4,4 bilhões apagou o repique de recuperação de abril. A IBIT da BlackRock — que já foi a maior “máquina de captação” — foi resgatada em US$ 5,0 bilhões só nos meses de 5 e 6, superando a soma total de todos os meses com saídas na sua história. Então, ao invés de chamar estes cinco dias de entrada líquida de “vitória das compras”, talvez seja melhor dizer que foi “êxito na contenção do sangramento”. O mercado ainda não chegou a hora de comemorar, mas pelo menos a fase mais desesperadora pode estar ficando para trás.

Sobre o alvo da recuperação, o pequeno deus da fortuna já tinha comentado antes: na semanal, vale observar o nível de resistência perto de 72.500. Esse ponto é tanto a posição da média de 30 semanas quanto a linha divisória entre touros e ursos — e também a forte resistência da média móvel de 200 dias. Se conseguir romper, isso indicaria o fim definitivo do mercado de baixa e o retorno do mercado de alta — claro, é um assunto mais distante. Pensando no curto prazo, com capital institucional voltando de forma discreta e os ativos ficando baratos, a prioridade é embarcar nesta alta enquanto o “vento favorável” está aqui. Até o preço chegar a 72.500, o recomendado é manter posições e esperar a alta; não faça operações vendido “por sensação” — caminhar junto com o dinheiro esperto é, de longe, a sua escolha mais correta!

Pessoal, como vocês estão vendo a próxima fase do mercado? As instituições estão comprando, comprando e comprando… e você ainda está segurando posições vendidas? Difícil criar algo original; comenta aí e vamos conversar!
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LittleGodOfWealthPlutus
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Os ETFs de Bitcoin tiveram cinco entradas consecutivas! Pela primeira vez desde abril — até onde pode ir este repique?

No fim de julho, enquanto todo mundo ainda estava preso ao gosto das emoções da Copa do Mundo, o dinheiro inteligente já havia mudado silenciosamente de direção. Em 20 de julho, os ETFs spot de Bitcoin nos EUA tiveram uma entrada líquida diária de cerca de US$ 227 milhões, o que já é a quinta sessão consecutiva com fluxo positivo — a primeira vez desde o fim de abril. Em cinco dias, a captação totalizou aproximadamente US$ 727 milhões, o maior período contínuo de compras após a grande fuga recorde de recursos em junho. A gestão total de ativos dos ETFs de Bitcoin também saiu do fundo de cerca de US$ 75 bilhões, perto de meados de julho, e voltou para aproximadamente US$ 79 bilhões. Ao mesmo tempo, os ETFs de Ethereum também não ficaram parados: a entrada diária aumentou em cerca de US$ 38 milhões, com a ETHA da BlackRock liderando.

Enquanto isso, Bitcoin e Ethereum também iniciaram um repique, atingindo ontem os níveis-chave de 66.000 e 1.950, respectivamente. Então por que o dinheiro voltou a migrar para o Bitcoin e quais são as razões desta alta? Até onde o repique pode chegar? O pequeno deus da sorte vai conversar com você:

1. Por que este repique aconteceu?

1. Necessidade de repique após uma forte queda anterior. Esta é a razão mais direta: depois do “massacre” em junho, o Bitcoin caiu exatamente 25.000 pontos em relação ao pico de maio de 82.000, ficando totalmente “esgotado” em indicadores técnicos de ciclo maior. O preço chegou até a romper abaixo da média de 200 semanas, um suporte de longo prazo. Com isso, a demanda por repique ficou forte; além disso, os chips baratos atraíram a entrada de dinheiro de arbitragem, formando o fundamento mais sólido deste repique.

2. O retorno das compras pelos ETFs preencheu a lacuna mais crucial. Durante a saída contínua de recursos ao longo do último trimestre, o mercado sentia falta de compras contínuas em nível institucional. Agora, apesar de as entradas líquidas por cinco dias seguidos não parecerem enormes em volume, elas transmitem um sinal: as instituições não saíram totalmente; elas apenas estão esperando preços melhores. Quando o pânico passa e a avaliação volta a uma faixa razoável, o capital de alocação começa a se testar novamente.

3. A lógica do retorno de “efeito Copa do Mundo” também vale para o mercado cripto. Em períodos de grandes eventos globais, o dinheiro especulativo naturalmente encolhe — seja na bolsa de Ações da China ou no mercado de cripto; a atenção é desviada e a preferência por risco cai, o que é um padrão comum. Quando o evento termina, o dinheiro de curto prazo reprimido volta a procurar uma saída. A característica de o mercado cripto ficar 24 horas sem parar torna este retorno ainda mais direto: o capital não precisa esperar a abertura do pregão nem cruzar fusos; assim que um evento de risco se concretiza e as emoções se recuperam, as compras podem entrar instantaneamente. No fim de julho, quando a poeira da Copa baixou, o Bitcoin estava em consolidação perto da baixa, acumulando força — e os dois fatores criaram um “ressonância temporal” sutil.

4. Uma virada sutil nas expectativas de política macroeconômica. Antes, o mercado chegou a apostar que o Federal Reserve iniciaria cortes de juros em 2026; porém, por causa da tensão geopolítica, a pressão inflacionária disparou e as expectativas de cortes se inverteram. Mas justamente porque a incerteza está sendo absorvida aos poucos — seja uma amenização parcial entre Estados Unidos e Irã, ou o sinal de política para flexibilizar a alocação de ativos cripto no plano 401(k) — o maior “medo do desconhecido” do mercado começou a diminuir. Quando o pior cenário não acontece, o capital se sente confiante para voltar a entrar.

2. Por que o dinheiro escolheu o Bitcoin?

A razão mais direta e fundamental é que o Bitcoin ficou barato! A partir desta rodada de queda que começou em outubro de 2025, quando o Bitcoin fez uma nova máxima histórica de 12W+; até a mínima em junho de 2026, perto de 57.700, o “BTC” caiu quase 60% e o ETH caiu mais de 60%. No mesmo período, o Dow subiu quase 20%, o Nasdaq subiu mais de 25%, o mercado acionário da Coreia cresceu perto de 150%, e mesmo com o ouro tendo passado por uma queda em 2026, ainda assim ficou positivo. Se você é um capital de longo prazo, você escolheria um ativo caro ou escolheria um Bitcoin com preço baixo, mas com visão de alta no longo prazo? A resposta é óbvia.

3. A continuidade desta alta será como?

O quanto esta alta pode ir depende de três variáveis-chave:

‌Prova 1: As entradas do ETF conseguem sair de “pulso” e virar “tendência”.‌ Os US$ 727 milhões em cinco dias parecem bastante, mas comparado ao total de saída líquida de US$ 5,4 bilhões no primeiro semestre, é pouco. A verdadeira virada exige ver entradas líquidas contínuas em nível de semana, e não um repasse emocional de uma ou duas semanas. Se os dados seguintes mostrarem que as entradas se interrompem novamente, esta alta provavelmente será apenas um “gato morto”.

‌Prova 2: A batalha de alta e baixa em US$ 69.000–70.000.‌ No técnico, o Bitcoin vinha oscilando há muito tempo perto de US$ 75.000, e 65.000 dólares é o limite que os compradores precisam defender. Se conseguir ficar acima de US$ 69.000 com aumento de volume, há chance de iniciar um repique intermediário; se voltar a cair abaixo de US$ 65.000, o próximo destino é 60.000. Acima da barreira de 80.000, há uma grande quantidade de liquidações de vendidos (“short squeeze”), formando a parte realmente difícil de vencer.

‌Prova 3: O Ethereum consegue acompanhar o ritmo.‌ O ETH está cotado em cerca de US$ 1.880; nos últimos 30 dias, a alta foi de aproximadamente 10%, mas no último ano ainda caiu quase 48%. Se o Bitcoin subir e o Ethereum continuar fraco, isso indica que o dinheiro só se atreve a abraçar o “ativo mais seguro”, e a preferência por risco ainda não se recuperou de verdade. Só quando o ETH romper com volume junto é que dá para confirmar que é uma recuperação real do mercado, e não um show solo do Bitcoin.

4. Onde olhar para o objetivo deste repique?

Mesmo com grandes fundos voltando ao mercado de cripto, não dá para ficar cego de otimismo: lembre que no primeiro semestre de 2026, os ETFs de Bitcoin tiveram uma saída líquida combinada de US$ 5,4 bilhões — é a primeira vez desde o lançamento do produto que registra saída líquida semestral. A fuga de recursos no período de 15 de maio a 3 de junho, com 13 pregões seguidos, ainda é até hoje o registro de maior duração de sangramento no histórico dos ETFs spot. A pressão de venda de US$ 4,4 bilhões apagou completamente o resultado de recuperação de abril. A BlackRock IBIT — que já foi a rainha da captação — foi resgatada em US$ 5 bilhões apenas em maio e junho, superando a soma de todos os meses de saída anteriores em sua história. Portanto, com relação a estas cinco sessões de entrada líquida, em vez de dizer “vitória das compras”, parece mais “êxito na contenção de sangramento”. O mercado ainda não chegou à hora de comemorar, mas ao menos a fase mais desesperadora pode estar passando.

Sobre o objetivo do repique, o pequeno deus da sorte também já mencionou em artigo anterior: no semanal, vale observar o nível de pressão perto de 72.500. Esse é o ponto da média de 30 semanas e a linha divisória entre touro e urso — também é uma forte zona de pressão da média de 200 dias. Se conseguir romper, isso indicaria que o mercado urso terminou de vez e o mercado de touro voltou — mas isso é um tema mais distante. Olhando para o agora: com o capital institucional voltando aos poucos e os custos dos ativos ficando baixos, pegar carona neste repique é prioridade. Até o preço chegar em 72.500, devemos manter posições para acompanhar a alta; definitivamente não faça short por sentimento. Seguir o “dinheiro inteligente” e caminhar com ele é sempre a sua escolha mais correta!

Gente, o que vocês acham do rumo do mercado daqui pra frente? Os institucionais estão comprando sem parar, e você ainda está segurando uma posição vendida? Conte sua opinião nos comentários! A criação original não é fácil — vamos conversar!
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Venüs_
· 1h atrás
Para a Lua 🌕
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Venüs_
· 1h atrás
2026 GOGOGO 👊
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LittleGodOfWealthPlutus
· 1h atrás
2026冲冲冲✊
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LittleGodOfWealthPlutus
· 1h atrás
Venha já 🚗 Venha já 🚗 Venha já 🚗
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LittleGodOfWealthPlutus
· 1h atrás
大发大吉!😘
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HighAmbition
· 5h atrás
boa informação 👍👍👍
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