#Gate广场四月发帖挑战 Criptomoeda geralmente é cortada pela metade, agora em que posição estamos realmente
O mercado de criptomoedas de abril está numa posição que causa ansiedade e indecisão. O Bitcoin caiu de um pico histórico de 126.080 dólares em outubro de 2025 até perto de 70.000 dólares, uma retração de quase 47%. As altcoins estão ainda mais devastadas — Ethereum caiu para cerca de 2.200 dólares, Ripple para 1,33 dólares, Solana para 82 dólares, e o índice GMCI30, que acompanha as 30 principais criptomoedas globais, ainda está em níveis baixos. Diante de uma “queda pela metade” tão severa, a questão que mais preocupa os investidores é: atingimos o fundo? Agora é a oportunidade de entrar ou é melhor esperar?
01 Divergências entre touros e ursos: em que posição está o mercado?
Os sinais contraditórios atuais do mercado podem ser resumidos numa frase — instituições comprando, investidores de varejo assustados, análise técnica mudando de direção, macroeconomia pressionando.
Do lado otimista, há grandes instituições como o Goldman Sachs. O analista James Yaro, do Goldman, afirmou em um relatório de início de abril que o mercado de criptomoedas “provavelmente já atingiu o fundo do ciclo”. Seu argumento principal é que, após quatro meses consecutivos de saída líquida, em março houve uma entrada de 13,2 bilhões de dólares de fundos institucionais em ETFs de Bitcoin à vista, sinalizando uma mudança de venda especulativa para acumulação de longo prazo. Yaro define a faixa de 68.000 a 71.000 dólares como uma zona de suporte para o Bitcoin e acredita que as liquidações de alavancagem já estão basicamente concluídas.
Ao mesmo tempo, dados on-chain também indicam sinais de fundo. O índice MVRV Z-Score está comprimido, uma métrica altamente correlacionada com os mínimos de ciclos históricos; o indicador de tendência de 720 dias do Bitcoin (TBBI) caiu abaixo de 20, indicando uma fase final de queda prolongada. O número de Bitcoins mantidos em endereços de acumulação aumentou de cerca de 2 milhões no início de 2024 para 4,37 milhões em 7 de abril, mostrando que os detentores de longo prazo continuam acumulando em meio ao pânico do mercado.
O volume de Bitcoin nas exchanges caiu para o menor nível em dois anos, enquanto instituições continuam “comprando na baixa” por medo.
Por outro lado, as vozes pessimistas também não podem ser ignoradas. O trader experiente Peter Brandt afirmou que a estrutura de preços atual do Bitcoin ainda não está completa, e o mercado precisa passar por uma rodada de limpeza de baixa — espera-se que o preço caia abaixo de 66.000 dólares para eliminar a liquidez dos touros, antes de uma possível recuperação efetiva.
O analista do CryptoQuant, oro_crypto, alertou que a recente recuperação de 66.000 para 72.000 dólares foi totalmente impulsionada por alavancagem de futuros, sem suporte de compras à vista, sendo uma “água sem fonte”. Outros analistas, baseando-se em ciclos históricos, consideram que ainda é cedo. O analista de criptomoedas @CryptoTice_ apontou que, segundo os ciclos de halvings passados, o verdadeiro fundo geralmente ocorre entre 800 e 950 dias após o halving, ou seja, no quarto trimestre de 2026, e não nesta fase atual. Ele também destacou que o fundo real só se confirma com uma quebra completa da confiança do mercado e a saída dos participantes, enquanto atualmente há ainda quem esteja comprando ativamente e esperando uma recuperação de curto prazo.
02 Ambiente macroeconômico: política hawkish do Fed e geopolítica em confronto
O cenário macro de 2026 não é favorável às criptomoedas. A taxa de juros básica do Federal Reserve permanece entre 3,50% e 3,75%, com expectativas de inflação ainda acima da meta de 2%. Em março, o CPI subiu 3,3% na comparação anual, e embora o núcleo do CPI tenha ficado abaixo da expectativa de 2,7%, as expectativas de corte de juros continuam sendo adiadas — na Polymarket, a probabilidade de “não haver corte de juros em 2026” subiu de cerca de 2,9% em meados de janeiro para 35,9%. Ainda mais complicado, o mercado de swaps de taxa de juros do CME mostra que há uma probabilidade de 87,6% de manter as taxas inalteradas em abril, mas a expectativa de aumento de juros já atingiu 12,4%, o dobro do início do mês.
Um novo estudo do Fed revelou que, desde 2021, Bitcoin e Ethereum estão cada vez mais correlacionados com dados macro como inflação e emprego nos EUA, e seu desempenho está altamente alinhado com ativos de risco. Após o lançamento de ETFs, a relação entre Bitcoin e política do Fed se inverteu — investidores institucionais agora precificam mudanças nas taxas de juros com 6 a 12 meses de antecedência.
Na esfera geopolítica, as negociações entre Irã e EUA em Islamabad, que duraram 21 horas, fracassaram, e os EUA anunciaram o bloqueio do Estreito de Hormuz, fazendo o petróleo Brent disparar para 98 dólares por barril. Após o anúncio, o Bitcoin caiu cerca de 3% em 24 horas, para aproximadamente 70.600 dólares. Para as criptomoedas, o impacto de conflitos geopolíticos deixou de ser apenas de “porto seguro” como o ouro digital, passando a ser um indicador de sentimento altamente ligado ao risco. Como afirmou um analista do BTC Markets, as notícias geopolíticas estão atualmente dominando a direção de curto prazo do mercado de criptomoedas.
03 Análise técnica: formação de padrão copo com alça, mas com dúvidas sobre o momentum
No aspecto técnico, o Bitcoin no gráfico diário está formando um padrão de copo com alça clássico. A linha do pescoço está na faixa de 73.151 a 73.240 dólares, e se o preço fechar acima dessa resistência, a meta de medição do padrão é de cerca de 11%, apontando para aproximadamente 81.720 dólares. Contudo, há sinais de alerta. O RSI (Índice de Força Relativa) mostra uma “divergência baixista oculta” — entre 4 de março e 9 de abril, o preço do Bitcoin formou picos mais baixos, enquanto o RSI formou picos mais altos, sugerindo que a tendência de baixa pode ainda não ter acabado, e a recuperação atual pode precisar de mais tempo de consolidação.
No suporte, o preço testa a média móvel exponencial de 50 dias, em torno de 70.700 dólares. A resistência fica entre 73.750 e 74.400 dólares. Se o preço romper a EMA de 50 dias, pode recuar para cerca de 60.000 dólares. A taxa de financiamento negativa (−6%) no mercado de futuros e a alta quantidade de posições vendidas aumentam a probabilidade de uma liquidação de shorts — uma quebra de resistência pode impulsionar uma rápida alta de preços, com muitos shorts sendo fechados de uma só vez.
04 Mercado de capitais: grande fluxo de retorno de stablecoins e recorde de entrada em ETFs
O sinal mais recente a observar é o fluxo de capitais. Na semana de 6 a 12 de abril, houve uma entrada de 2,56 bilhões de dólares em stablecoins, com aumento no volume de negociações à vista e perpétuas em exchanges centralizadas. Dados on-chain mostram que o dinheiro está saindo do “porto seguro” das stablecoins e voltando ao mercado de Bitcoin. O fluxo de fundos institucionais também é um sinal positivo. O ETF de Bitcoin à vista dos EUA teve uma entrada líquida de 786 milhões de dólares na semana passada, a maior desde fevereiro; em 13 de abril, houve uma entrada líquida de 471 milhões de dólares em um único dia, o maior em quase três meses. A estratégia de compra de fundos (Strategy) adquiriu 13.927 Bitcoins, avaliado em cerca de 1 bilhão de dólares. O aumento na participação de instituições e o fato de os contratos futuros de Bitcoin na CME terem superado as posições em aberto também indicam que o mercado de criptomoedas está mudando de um ambiente de especulação dominado por investidores de varejo para uma estrutura mais institucionalizada.
05 Opiniões de instituições: otimismo moderado, dúvidas persistentes
Ao revisar as opiniões recentes de instituições e analistas, há um otimismo de que: Goldman Sachs acredita que o mercado pode já ter atingido o fundo do ciclo; Bernstein mantém a previsão de Bitcoin a 150 mil dólares até o final de 2026; Tom Lee, da Fundstrat, estima que o Bitcoin pode chegar a 200 mil a 250 mil dólares.
Por outro lado, há alertas de cautela: a Bitf adverte que abril será um mês decisivo para determinar se as expectativas de juros se mantêm; várias análises de instituições indicam que a resolução do conflito entre EUA e Irã e a recuperação do Bitcoin às máximas históricas são condições essenciais para o início de um novo ciclo de alta. Uma análise mais moderada, da ZFX Shanhai Securities, considera que o Bitcoin está em uma fase de consolidação de baixa, com sentimento neutro a curto prazo, mas com potencial de recuperação. Diversas opiniões convergem na ideia de que o mercado atual apresenta características de fundo, mas o desfecho final depende de melhorias substantivas no cenário macroeconômico. Como disse André Dragosch, chefe de pesquisa da Bitwise na Europa, o risco-retorno do Bitcoin “é significativamente favorável”, mas isso depende de uma combinação de fatores geopolíticos e macroeconômicos.
Conclusão: como lidar com o jogo do fundo atual? Voltando à questão inicial: após a queda pela metade das criptomoedas, estamos no fundo?
De forma objetiva, os sinais que apoiam a formação de um fundo estão crescendo — fluxo contínuo de fundos institucionais, aceleração na acumulação on-chain, retorno de fundos em stablecoins, melhora gradual na análise técnica. Mas as incertezas também são evidentes — caminho de corte de juros macro ainda não definido, conflitos geopolíticos sem resolução, momentum de recuperação de curto prazo insuficiente. Para o investidor comum, alguns fatores merecem atenção constante:
O fluxo de fundos em ETFs pode continuar — esse é o indicador mais direto da disposição das instituições;
A evolução da crise EUA-Iraque — o conflito geopolítico é atualmente a maior variável de curto prazo; a declaração do FOMC do Fed no final de abril — a decisão de juros impactará diretamente a avaliação dos ativos de risco; se o Bitcoin consegue se manter acima de 70.000 dólares — esse é um sinal técnico crucial para uma mudança de tendência.
O mercado de criptomoedas de abril de 2026, como muitos analistas dizem, está numa fase de “teste de disciplina”. O fundo do mercado nunca é um ponto de preço único, mas uma faixa; a confirmação do fundo não depende de um único indicador, mas da ressonância de múltiplos sinais.
O mercado de criptomoedas de abril está numa posição que causa ansiedade e indecisão. O Bitcoin caiu de um pico histórico de 126.080 dólares em outubro de 2025 até perto de 70.000 dólares, uma retração de quase 47%. As altcoins estão ainda mais devastadas — Ethereum caiu para cerca de 2.200 dólares, Ripple para 1,33 dólares, Solana para 82 dólares, e o índice GMCI30, que acompanha as 30 principais criptomoedas globais, ainda está em níveis baixos. Diante de uma “queda pela metade” tão severa, a questão que mais preocupa os investidores é: atingimos o fundo? Agora é a oportunidade de entrar ou é melhor esperar?
01 Divergências entre touros e ursos: em que posição está o mercado?
Os sinais contraditórios atuais do mercado podem ser resumidos numa frase — instituições comprando, investidores de varejo assustados, análise técnica mudando de direção, macroeconomia pressionando.
Do lado otimista, há grandes instituições como o Goldman Sachs. O analista James Yaro, do Goldman, afirmou em um relatório de início de abril que o mercado de criptomoedas “provavelmente já atingiu o fundo do ciclo”. Seu argumento principal é que, após quatro meses consecutivos de saída líquida, em março houve uma entrada de 13,2 bilhões de dólares de fundos institucionais em ETFs de Bitcoin à vista, sinalizando uma mudança de venda especulativa para acumulação de longo prazo. Yaro define a faixa de 68.000 a 71.000 dólares como uma zona de suporte para o Bitcoin e acredita que as liquidações de alavancagem já estão basicamente concluídas.
Ao mesmo tempo, dados on-chain também indicam sinais de fundo. O índice MVRV Z-Score está comprimido, uma métrica altamente correlacionada com os mínimos de ciclos históricos; o indicador de tendência de 720 dias do Bitcoin (TBBI) caiu abaixo de 20, indicando uma fase final de queda prolongada. O número de Bitcoins mantidos em endereços de acumulação aumentou de cerca de 2 milhões no início de 2024 para 4,37 milhões em 7 de abril, mostrando que os detentores de longo prazo continuam acumulando em meio ao pânico do mercado.
O volume de Bitcoin nas exchanges caiu para o menor nível em dois anos, enquanto instituições continuam “comprando na baixa” por medo.
Por outro lado, as vozes pessimistas também não podem ser ignoradas. O trader experiente Peter Brandt afirmou que a estrutura de preços atual do Bitcoin ainda não está completa, e o mercado precisa passar por uma rodada de limpeza de baixa — espera-se que o preço caia abaixo de 66.000 dólares para eliminar a liquidez dos touros, antes de uma possível recuperação efetiva.
O analista do CryptoQuant, oro_crypto, alertou que a recente recuperação de 66.000 para 72.000 dólares foi totalmente impulsionada por alavancagem de futuros, sem suporte de compras à vista, sendo uma “água sem fonte”. Outros analistas, baseando-se em ciclos históricos, consideram que ainda é cedo. O analista de criptomoedas @CryptoTice_ apontou que, segundo os ciclos de halvings passados, o verdadeiro fundo geralmente ocorre entre 800 e 950 dias após o halving, ou seja, no quarto trimestre de 2026, e não nesta fase atual. Ele também destacou que o fundo real só se confirma com uma quebra completa da confiança do mercado e a saída dos participantes, enquanto atualmente há ainda quem esteja comprando ativamente e esperando uma recuperação de curto prazo.
02 Ambiente macroeconômico: política hawkish do Fed e geopolítica em confronto
O cenário macro de 2026 não é favorável às criptomoedas. A taxa de juros básica do Federal Reserve permanece entre 3,50% e 3,75%, com expectativas de inflação ainda acima da meta de 2%. Em março, o CPI subiu 3,3% na comparação anual, e embora o núcleo do CPI tenha ficado abaixo da expectativa de 2,7%, as expectativas de corte de juros continuam sendo adiadas — na Polymarket, a probabilidade de “não haver corte de juros em 2026” subiu de cerca de 2,9% em meados de janeiro para 35,9%. Ainda mais complicado, o mercado de swaps de taxa de juros do CME mostra que há uma probabilidade de 87,6% de manter as taxas inalteradas em abril, mas a expectativa de aumento de juros já atingiu 12,4%, o dobro do início do mês.
Um novo estudo do Fed revelou que, desde 2021, Bitcoin e Ethereum estão cada vez mais correlacionados com dados macro como inflação e emprego nos EUA, e seu desempenho está altamente alinhado com ativos de risco. Após o lançamento de ETFs, a relação entre Bitcoin e política do Fed se inverteu — investidores institucionais agora precificam mudanças nas taxas de juros com 6 a 12 meses de antecedência.
Na esfera geopolítica, as negociações entre Irã e EUA em Islamabad, que duraram 21 horas, fracassaram, e os EUA anunciaram o bloqueio do Estreito de Hormuz, fazendo o petróleo Brent disparar para 98 dólares por barril. Após o anúncio, o Bitcoin caiu cerca de 3% em 24 horas, para aproximadamente 70.600 dólares. Para as criptomoedas, o impacto de conflitos geopolíticos deixou de ser apenas de “porto seguro” como o ouro digital, passando a ser um indicador de sentimento altamente ligado ao risco. Como afirmou um analista do BTC Markets, as notícias geopolíticas estão atualmente dominando a direção de curto prazo do mercado de criptomoedas.
03 Análise técnica: formação de padrão copo com alça, mas com dúvidas sobre o momentum
No aspecto técnico, o Bitcoin no gráfico diário está formando um padrão de copo com alça clássico. A linha do pescoço está na faixa de 73.151 a 73.240 dólares, e se o preço fechar acima dessa resistência, a meta de medição do padrão é de cerca de 11%, apontando para aproximadamente 81.720 dólares. Contudo, há sinais de alerta. O RSI (Índice de Força Relativa) mostra uma “divergência baixista oculta” — entre 4 de março e 9 de abril, o preço do Bitcoin formou picos mais baixos, enquanto o RSI formou picos mais altos, sugerindo que a tendência de baixa pode ainda não ter acabado, e a recuperação atual pode precisar de mais tempo de consolidação.
No suporte, o preço testa a média móvel exponencial de 50 dias, em torno de 70.700 dólares. A resistência fica entre 73.750 e 74.400 dólares. Se o preço romper a EMA de 50 dias, pode recuar para cerca de 60.000 dólares. A taxa de financiamento negativa (−6%) no mercado de futuros e a alta quantidade de posições vendidas aumentam a probabilidade de uma liquidação de shorts — uma quebra de resistência pode impulsionar uma rápida alta de preços, com muitos shorts sendo fechados de uma só vez.
04 Mercado de capitais: grande fluxo de retorno de stablecoins e recorde de entrada em ETFs
O sinal mais recente a observar é o fluxo de capitais. Na semana de 6 a 12 de abril, houve uma entrada de 2,56 bilhões de dólares em stablecoins, com aumento no volume de negociações à vista e perpétuas em exchanges centralizadas. Dados on-chain mostram que o dinheiro está saindo do “porto seguro” das stablecoins e voltando ao mercado de Bitcoin. O fluxo de fundos institucionais também é um sinal positivo. O ETF de Bitcoin à vista dos EUA teve uma entrada líquida de 786 milhões de dólares na semana passada, a maior desde fevereiro; em 13 de abril, houve uma entrada líquida de 471 milhões de dólares em um único dia, o maior em quase três meses. A estratégia de compra de fundos (Strategy) adquiriu 13.927 Bitcoins, avaliado em cerca de 1 bilhão de dólares. O aumento na participação de instituições e o fato de os contratos futuros de Bitcoin na CME terem superado as posições em aberto também indicam que o mercado de criptomoedas está mudando de um ambiente de especulação dominado por investidores de varejo para uma estrutura mais institucionalizada.
05 Opiniões de instituições: otimismo moderado, dúvidas persistentes
Ao revisar as opiniões recentes de instituições e analistas, há um otimismo de que: Goldman Sachs acredita que o mercado pode já ter atingido o fundo do ciclo; Bernstein mantém a previsão de Bitcoin a 150 mil dólares até o final de 2026; Tom Lee, da Fundstrat, estima que o Bitcoin pode chegar a 200 mil a 250 mil dólares.
Por outro lado, há alertas de cautela: a Bitf adverte que abril será um mês decisivo para determinar se as expectativas de juros se mantêm; várias análises de instituições indicam que a resolução do conflito entre EUA e Irã e a recuperação do Bitcoin às máximas históricas são condições essenciais para o início de um novo ciclo de alta. Uma análise mais moderada, da ZFX Shanhai Securities, considera que o Bitcoin está em uma fase de consolidação de baixa, com sentimento neutro a curto prazo, mas com potencial de recuperação. Diversas opiniões convergem na ideia de que o mercado atual apresenta características de fundo, mas o desfecho final depende de melhorias substantivas no cenário macroeconômico. Como disse André Dragosch, chefe de pesquisa da Bitwise na Europa, o risco-retorno do Bitcoin “é significativamente favorável”, mas isso depende de uma combinação de fatores geopolíticos e macroeconômicos.
Conclusão: como lidar com o jogo do fundo atual? Voltando à questão inicial: após a queda pela metade das criptomoedas, estamos no fundo?
De forma objetiva, os sinais que apoiam a formação de um fundo estão crescendo — fluxo contínuo de fundos institucionais, aceleração na acumulação on-chain, retorno de fundos em stablecoins, melhora gradual na análise técnica. Mas as incertezas também são evidentes — caminho de corte de juros macro ainda não definido, conflitos geopolíticos sem resolução, momentum de recuperação de curto prazo insuficiente. Para o investidor comum, alguns fatores merecem atenção constante:
O fluxo de fundos em ETFs pode continuar — esse é o indicador mais direto da disposição das instituições;
A evolução da crise EUA-Iraque — o conflito geopolítico é atualmente a maior variável de curto prazo; a declaração do FOMC do Fed no final de abril — a decisão de juros impactará diretamente a avaliação dos ativos de risco; se o Bitcoin consegue se manter acima de 70.000 dólares — esse é um sinal técnico crucial para uma mudança de tendência.
O mercado de criptomoedas de abril de 2026, como muitos analistas dizem, está numa fase de “teste de disciplina”. O fundo do mercado nunca é um ponto de preço único, mas uma faixa; a confirmação do fundo não depende de um único indicador, mas da ressonância de múltiplos sinais.





























