✍️O maior "caso de baixa" do Bitcoin tem sido o mesmo há anos: computadores quânticos. Até 2026, este receio passou de teoria para um calendário de engenharia — e estão a ser dados passos concretos em direção a uma solução. Graças a equipas como a StarkWare, a Google Quantum AI e a BTQ, a transição pós-quântica passou a ser agora um roteiro.
🧐1. StarkWare e o seu plano de ação em 5 passos
O CEO da StarkWare, Eli Ben-Sasson, revelou um plano de cinco passos para preparar a indústria da criptografia para a ameaça quântica. O plano inclui atualizações pós-quânticas antecipadas, formação, colaboração com especialistas, normalização e atualizações de protocolos. Esta é uma posição natural para a equipa que inventou os ZK-STARKs, já que as provas STARK dependem de funções de hash em vez de curvas elípticas, o que as torna naturalmente resistentes a ataques quânticos.
🧐2. Primeiro passo concreto no Bitcoin: BIP-360 (Pay-to-Merkle-Root)
O quê: O BIP-360 propõe um novo tipo de saída semelhante ao Taproot, mas sem gastos por caminho de chave:
Autores: Hunter Beast, Ethan Heilman e Isabel Foxen Duke, da equipa da StarkWare.
Data: A proposta foi criada em 18 de dezembro de 2024; o seu estado é "Draft" em 2026.
Como funciona: O P2MR compromete-se diretamente com a raiz da árvore de scripts e remove o gasto por caminho de chave. Isto fornece resistência contra ataques quânticos de exposição prolongada às chaves públicas.
Formato do endereço: Começa com bc1z... (exemplo: não bc1p, mas bc1z).
💥Esta é a primeira proposta de soft fork que lança as bases para árvores de scripts resistentes a quânticos no Bitcoin, mantendo a compatibilidade com o Taproot.
🧐3. Google Quantum AI: A ameaça 20 vezes mais perto
Em 31 de março de 2026, a Google publicou uma whitepaper intitulada "Securing Elliptic Curve Cryptocurrencies against Quantum Vulnerabilities."
As conclusões são claras:
Foi detetada uma redução de 20 vezes nos recursos quânticos necessários para quebrar o ECDLP-256.
20 vezes menos do que as estimativas de 2019; um ataque torna-se possível com menos de 500,000 qubits físicos.
Uma máquina desta escala poderia quebrar a assinatura do Bitcoin em menos de 9 minutos.
Hoje, aproximadamente 6.9 million BTC (∼$468 billion) são detidos em endereços com capacidade para quânticos.
A Google também anunciou que planeia migrar os seus próprios sistemas para criptografia pós-quântica até 2029.
🧐4. Carteiras práticas do lado da Starknet
Como a Starknet já é baseada em STARK, o seu núcleo é resistente a quânticos. Em 2026, o ecossistema deu um passo em frente:
Em março de 2026, o programador Paul Bark partilhou progressos em carteiras inteligentes resistentes a quânticos baseadas em Falcon-512. O consumo de gas foi reduzido em 37% com a integração do SHAKE256.
Estas carteiras utilizam assinaturas baseadas em redes de reticulados (lattice) em conformidade com as normas da NIST e podem ser facilmente atualizadas porque a lógica da assinatura é movida para fora do protocolo.
Em suma, a Starknet suporta a sua afirmação de ser uma camada de execução escalável e segura do ponto de vista quântico para o Bitcoin, com código.
🧐5. BTQ Technologies: Bitcoin Quantum Testnet entra em funcionamento
12 de janeiro de 2026: A BTQ lançou uma testnet semelhante ao Bitcoin. O objetivo é testar assinaturas pós-quânticas sem arriscar a mainnet.
Ela utiliza ML-DSA aprovado pela NIST em vez de ECDSA, com o objetivo de proteger o mercado do Bitcoin de $2.4 trillion.
A testnet consegue lidar com assinaturas pós-quânticas grandes ao aumentar o tamanho do bloco para 64 MiB. A análise da BTQ confirma que o número de moedas em risco é 6.65 million BTC.
A mesma equipa publicou também um estudo que mostra que a mineração quântica é impraticável com a tecnologia atual — a ameaça real e imediata são as assinaturas.
🤔O caso de baixa está a tornar-se história?
Não, ainda não acabou, mas passou a ser um problema de engenharia gerível. Três coisas aconteceram em simultâneo em 2026:
👉 A Google definiu 500,000 qubits e um calendário na ordem dos minutos.
O Bitcoin respondeu: está em cima da mesa um tipo de saída que elimina o risco de chave pública de longo prazo com o BIP-360.
A camada de implementação foi preparada: o plano de 5 passos da StarkWare, carteiras Falcon-512 na Starknet, e a testnet ML-DSA da BTQ.
💥A abordagem da StarkWare é open source e gratuita, o que distribui o custo da transição pela comunidade. Quando os computadores quânticos chegarem, o Bitcoin não só vai sobreviver — como também terá recebido a maior atualização criptográfica da sua história, graças a provas baseadas em hash e a assinaturas normalizadas pela NIST.
$BTC #CreatorLeaderboard
#Web3SecurityGuide
#GateSquareAprilPostingChallenge
🧐1. StarkWare e o seu plano de ação em 5 passos
O CEO da StarkWare, Eli Ben-Sasson, revelou um plano de cinco passos para preparar a indústria da criptografia para a ameaça quântica. O plano inclui atualizações pós-quânticas antecipadas, formação, colaboração com especialistas, normalização e atualizações de protocolos. Esta é uma posição natural para a equipa que inventou os ZK-STARKs, já que as provas STARK dependem de funções de hash em vez de curvas elípticas, o que as torna naturalmente resistentes a ataques quânticos.
🧐2. Primeiro passo concreto no Bitcoin: BIP-360 (Pay-to-Merkle-Root)
O quê: O BIP-360 propõe um novo tipo de saída semelhante ao Taproot, mas sem gastos por caminho de chave:
Autores: Hunter Beast, Ethan Heilman e Isabel Foxen Duke, da equipa da StarkWare.
Data: A proposta foi criada em 18 de dezembro de 2024; o seu estado é "Draft" em 2026.
Como funciona: O P2MR compromete-se diretamente com a raiz da árvore de scripts e remove o gasto por caminho de chave. Isto fornece resistência contra ataques quânticos de exposição prolongada às chaves públicas.
Formato do endereço: Começa com bc1z... (exemplo: não bc1p, mas bc1z).
💥Esta é a primeira proposta de soft fork que lança as bases para árvores de scripts resistentes a quânticos no Bitcoin, mantendo a compatibilidade com o Taproot.
🧐3. Google Quantum AI: A ameaça 20 vezes mais perto
Em 31 de março de 2026, a Google publicou uma whitepaper intitulada "Securing Elliptic Curve Cryptocurrencies against Quantum Vulnerabilities."
As conclusões são claras:
Foi detetada uma redução de 20 vezes nos recursos quânticos necessários para quebrar o ECDLP-256.
20 vezes menos do que as estimativas de 2019; um ataque torna-se possível com menos de 500,000 qubits físicos.
Uma máquina desta escala poderia quebrar a assinatura do Bitcoin em menos de 9 minutos.
Hoje, aproximadamente 6.9 million BTC (∼$468 billion) são detidos em endereços com capacidade para quânticos.
A Google também anunciou que planeia migrar os seus próprios sistemas para criptografia pós-quântica até 2029.
🧐4. Carteiras práticas do lado da Starknet
Como a Starknet já é baseada em STARK, o seu núcleo é resistente a quânticos. Em 2026, o ecossistema deu um passo em frente:
Em março de 2026, o programador Paul Bark partilhou progressos em carteiras inteligentes resistentes a quânticos baseadas em Falcon-512. O consumo de gas foi reduzido em 37% com a integração do SHAKE256.
Estas carteiras utilizam assinaturas baseadas em redes de reticulados (lattice) em conformidade com as normas da NIST e podem ser facilmente atualizadas porque a lógica da assinatura é movida para fora do protocolo.
Em suma, a Starknet suporta a sua afirmação de ser uma camada de execução escalável e segura do ponto de vista quântico para o Bitcoin, com código.
🧐5. BTQ Technologies: Bitcoin Quantum Testnet entra em funcionamento
12 de janeiro de 2026: A BTQ lançou uma testnet semelhante ao Bitcoin. O objetivo é testar assinaturas pós-quânticas sem arriscar a mainnet.
Ela utiliza ML-DSA aprovado pela NIST em vez de ECDSA, com o objetivo de proteger o mercado do Bitcoin de $2.4 trillion.
A testnet consegue lidar com assinaturas pós-quânticas grandes ao aumentar o tamanho do bloco para 64 MiB. A análise da BTQ confirma que o número de moedas em risco é 6.65 million BTC.
A mesma equipa publicou também um estudo que mostra que a mineração quântica é impraticável com a tecnologia atual — a ameaça real e imediata são as assinaturas.
🤔O caso de baixa está a tornar-se história?
Não, ainda não acabou, mas passou a ser um problema de engenharia gerível. Três coisas aconteceram em simultâneo em 2026:
👉 A Google definiu 500,000 qubits e um calendário na ordem dos minutos.
O Bitcoin respondeu: está em cima da mesa um tipo de saída que elimina o risco de chave pública de longo prazo com o BIP-360.
A camada de implementação foi preparada: o plano de 5 passos da StarkWare, carteiras Falcon-512 na Starknet, e a testnet ML-DSA da BTQ.
💥A abordagem da StarkWare é open source e gratuita, o que distribui o custo da transição pela comunidade. Quando os computadores quânticos chegarem, o Bitcoin não só vai sobreviver — como também terá recebido a maior atualização criptográfica da sua história, graças a provas baseadas em hash e a assinaturas normalizadas pela NIST.
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#GateSquareAprilPostingChallenge






























