O mercado de criptomoedas está a digerir a incerteza geopolítica gerada pelo reacender do interesse do ex-presidente Donald Trump na aquisição da Groenlândia. Dados do Polymarket indicam que a probabilidade de os EUA adquirirem a Groenlândia até 2027 é de 15%, com um volume total de negociações próximo de 3 milhões de dólares. Os contratos relacionados mostram que a probabilidade de os EUA adquirirem parcialmente a Groenlândia em 2026 é de 15%, a probabilidade de invasão militar varia entre 8% e 9%, e a probabilidade de Trump visitar a Groenlândia antes de 31 de março é de 22% a 23%. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, confirmou que terá reuniões com líderes dinamarqueses, alegando que a competição na região do Ártico está a aumentar, por razões de segurança nacional. Por outro lado, a Dinamarca e a Groenlândia afirmam firmemente que “a Groenlândia não está à venda”. Os traders estão a analisar várias possibilidades de escalada da situação, refletindo uma postura cautelosa de posicionamento, em vez de uma febre de especulação. O potencial da região como centro de mineração de Bitcoin e fonte de minerais de terras raras para inteligência artificial e hardware despertou um interesse mais amplo na indústria de criptomoedas, colocando essa situação dentro do quadro narrativo de “ativos tangíveis versus moeda fiduciária”, o que pode fortalecer o papel do Bitcoin como uma ferramenta de proteção contra instabilidades geopolíticas e financeiras.
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A ambição de Trump na Groenlândia já foi negociada na cadeia
O mercado de criptomoedas está a digerir a incerteza geopolítica gerada pelo reacender do interesse do ex-presidente Donald Trump na aquisição da Groenlândia. Dados do Polymarket indicam que a probabilidade de os EUA adquirirem a Groenlândia até 2027 é de 15%, com um volume total de negociações próximo de 3 milhões de dólares. Os contratos relacionados mostram que a probabilidade de os EUA adquirirem parcialmente a Groenlândia em 2026 é de 15%, a probabilidade de invasão militar varia entre 8% e 9%, e a probabilidade de Trump visitar a Groenlândia antes de 31 de março é de 22% a 23%. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, confirmou que terá reuniões com líderes dinamarqueses, alegando que a competição na região do Ártico está a aumentar, por razões de segurança nacional. Por outro lado, a Dinamarca e a Groenlândia afirmam firmemente que “a Groenlândia não está à venda”. Os traders estão a analisar várias possibilidades de escalada da situação, refletindo uma postura cautelosa de posicionamento, em vez de uma febre de especulação. O potencial da região como centro de mineração de Bitcoin e fonte de minerais de terras raras para inteligência artificial e hardware despertou um interesse mais amplo na indústria de criptomoedas, colocando essa situação dentro do quadro narrativo de “ativos tangíveis versus moeda fiduciária”, o que pode fortalecer o papel do Bitcoin como uma ferramenta de proteção contra instabilidades geopolíticas e financeiras.