Notícias do BlockBeats, 6 de abril, em que o estratega sénior de commodities e matérias-primas da Bloomberg Intelligence Mike McGlone afirmou que, se o bitcoin não conseguir recuperar e manter-se acima dos 75.000 dólares, o preço poderá recuar para cerca de 10.000 dólares, nível que considera ser um preço de equilíbrio de longo prazo.
McGlone indicou que os 75.000 dólares são uma referência técnica e psicológica fundamental; se houver uma ruptura eficaz, a visão baixista deixa de fazer sentido, caso contrário o preço poderá manter a tendência de queda. McGlone acrescentou ainda que, no passado, o bitcoin esteve, durante muito tempo e antes de 2020, a oscilar em torno dos 10.000 dólares, sendo também esse nível uma zona importante de concentração de negociações desde o lançamento dos futuros em 2017. Por outro lado, os possíveis abalos no mercado acionista e a queda da volatilidade poderão fazer com que o bitcoin, em 2026, enfrente pela primeira vez na história uma sequência de quedas. «Isto pode ser um prenúncio da tendência futura.»
As declarações de McGlone levaram os apoiantes do bitcoin a criticarem a sua previsão, dizendo que está desligada da realidade; muitos citaram o seu histórico de previsões extremas passadas para questionar a sua precisão. McGlone tinha previsto, em 2018, que o bitcoin cairia para 1.100 dólares, mas o mínimo efetivo foi de 3.000 dólares. Além disso, entre 2023 e 2025, emitiu várias vezes sinais de baixa, por exemplo ao prever que o bitcoin teria dificuldade em romper máximas ou que ocorreria uma correção acentuada.