Nos últimos dez anos, a regulamentação global de criptomoedas passou por aproximadamente três fases: "rejeição e proibição, exploração cautelosa e desenvolvimento regulatório", com a mudança de atitude regulatória refletindo-se no crescimento do setor.
No início de 2009, com o nascimento do Bitcoin, suas características descentralizadas o colocaram fora do sistema tradicional de regulamentação financeira. A maioria das regiões do mundo permaneceu em silêncio perante essa inovação, enquanto algumas o viam como uma "ferramenta de especulação" ou um "meio de criminalidade".
Antes de 2015, o mercado de criptomoedas tinha um valor inferior a 100 bilhões de dólares, e a regulamentação global focava principalmente na proibição e advertências. Em 2013, o banco central doméstico publicou o Aviso sobre a Prevenção de Riscos do Bitcoin, esclarecendo que ele não possui atributos monetários; em 2014, a Rússia classificou as transações de criptomoedas como ilegais; nos EUA, a SEC apenas considerava o ativo como uma "ferramenta de investimento a ser cautelosamente observada".
Nesse período, o setor encontrava-se completamente em vácuo regulatório, com muitas transações realizadas por plataformas de terceiros, e ataques de hackers e fraudes ocorrendo com frequência. Entre 2017 e 2022, com o crescimento do ecossistema DeFi e a explosão da bolha, o valor de mercado das criptomoedas ultrapassou 2 trilhões de dólares, entrando numa fase de exploração cautelosa.
O Japão tornou-se o primeiro país a tentar regulamentar as transações de criptomoedas, revisando a Lei de Conexão de Fundos em 2017, emitindo licenças para exchanges de criptomoedas. A Suíça, por sua vez, adotou a estratégia do "Vale das Criptomoedas", construindo uma estrutura regulatória inclusiva que permite aos bancos oferecerem serviços de custódia de criptomoedas.
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Nos últimos dez anos, a regulamentação global de criptomoedas passou por aproximadamente três fases: "rejeição e proibição, exploração cautelosa e desenvolvimento regulatório", com a mudança de atitude regulatória refletindo-se no crescimento do setor.
No início de 2009, com o nascimento do Bitcoin, suas características descentralizadas o colocaram fora do sistema tradicional de regulamentação financeira. A maioria das regiões do mundo permaneceu em silêncio perante essa inovação, enquanto algumas o viam como uma "ferramenta de especulação" ou um "meio de criminalidade".
Antes de 2015, o mercado de criptomoedas tinha um valor inferior a 100 bilhões de dólares, e a regulamentação global focava principalmente na proibição e advertências. Em 2013, o banco central doméstico publicou o Aviso sobre a Prevenção de Riscos do Bitcoin, esclarecendo que ele não possui atributos monetários; em 2014, a Rússia classificou as transações de criptomoedas como ilegais; nos EUA, a SEC apenas considerava o ativo como uma "ferramenta de investimento a ser cautelosamente observada".
Nesse período, o setor encontrava-se completamente em vácuo regulatório, com muitas transações realizadas por plataformas de terceiros, e ataques de hackers e fraudes ocorrendo com frequência. Entre 2017 e 2022, com o crescimento do ecossistema DeFi e a explosão da bolha, o valor de mercado das criptomoedas ultrapassou 2 trilhões de dólares, entrando numa fase de exploração cautelosa.
O Japão tornou-se o primeiro país a tentar regulamentar as transações de criptomoedas, revisando a Lei de Conexão de Fundos em 2017, emitindo licenças para exchanges de criptomoedas. A Suíça, por sua vez, adotou a estratégia do "Vale das Criptomoedas", construindo uma estrutura regulatória inclusiva que permite aos bancos oferecerem serviços de custódia de criptomoedas.