#代币化 Ver os esforços da Animoca Brands e da Republic em promover a tokenização de ações na Solana, uma onda de reflexão surgiu. Para compreender a sua importância, é preciso olhar para além do presente.
Ainda me lembro da loucura das ICOs em 2017, quando muitos projetos levantaram fundos sob o pretexto de uma "revolução", acabando na maioria das vezes como piada. Naquela época, a tokenização era desordenada, especulativa e sem suporte real de ativos. Agora, empresas líderes como a Animoca optam pela tokenização de ações, uma abordagem completamente diferente — são empresas com negócios físicos, fluxo de caixa e base de marca, explorando novas formas de financiamento e governança.
A Solana, como plataforma de suporte, também é intrigante. Há alguns anos, essa blockchain ainda lutava pela sobrevivência, enfrentando várias quedas e dúvidas, e agora tornou-se uma escolha para colocar ativos tradicionais na cadeia. O que isso revela? Uma obsessão do mercado por blockchains de alto desempenho, e também o fato de que a utilidade finalmente superou a narrativa.
A questão central é: o que a tokenização de ações vai mudar? A melhora na liquidez é evidente, mas há também riscos regulatórios, desafios de governança com a participação de investidores de varejo, e o impacto da volatilidade do mercado na operação das empresas — temas que antes eram pouco discutidos. Após a crise financeira de 2008, aprendemos que a excessiva tokenização e o proliferar de derivativos podem amplificar riscos. Agora, é hora de reavaliar se essa lógica ainda se aplica na era Web3.
Mas, voltando ao ponto, esse é um sinal que vale a pena acompanhar. Desde ativos totalmente virtuais até a exploração de colocar empresas físicas na blockchain, o ciclo está em andamento. Só que desta vez, precisamos de uma visão mais cautelosa.
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#代币化 Ver os esforços da Animoca Brands e da Republic em promover a tokenização de ações na Solana, uma onda de reflexão surgiu. Para compreender a sua importância, é preciso olhar para além do presente.
Ainda me lembro da loucura das ICOs em 2017, quando muitos projetos levantaram fundos sob o pretexto de uma "revolução", acabando na maioria das vezes como piada. Naquela época, a tokenização era desordenada, especulativa e sem suporte real de ativos. Agora, empresas líderes como a Animoca optam pela tokenização de ações, uma abordagem completamente diferente — são empresas com negócios físicos, fluxo de caixa e base de marca, explorando novas formas de financiamento e governança.
A Solana, como plataforma de suporte, também é intrigante. Há alguns anos, essa blockchain ainda lutava pela sobrevivência, enfrentando várias quedas e dúvidas, e agora tornou-se uma escolha para colocar ativos tradicionais na cadeia. O que isso revela? Uma obsessão do mercado por blockchains de alto desempenho, e também o fato de que a utilidade finalmente superou a narrativa.
A questão central é: o que a tokenização de ações vai mudar? A melhora na liquidez é evidente, mas há também riscos regulatórios, desafios de governança com a participação de investidores de varejo, e o impacto da volatilidade do mercado na operação das empresas — temas que antes eram pouco discutidos. Após a crise financeira de 2008, aprendemos que a excessiva tokenização e o proliferar de derivativos podem amplificar riscos. Agora, é hora de reavaliar se essa lógica ainda se aplica na era Web3.
Mas, voltando ao ponto, esse é um sinal que vale a pena acompanhar. Desde ativos totalmente virtuais até a exploração de colocar empresas físicas na blockchain, o ciclo está em andamento. Só que desta vez, precisamos de uma visão mais cautelosa.