No mundo das criptomoedas, quanto mais tempo passo, mais percebo que a teoria tradicional de acumulação de riqueza tem problemas. Muitas pessoas ainda têm o hábito de bloquear os ativos, achando que segurar firmemente é sinónimo de segurança. Mas na era digital, os modos de fazer as coisas são diferentes; quando os ativos ficam rígidos, só podem ficar parados a desvalorizar, e as verdadeiras oportunidades acabam por ser perdidas.
O BTC que tinha antes era exatamente assim — guardado na carteira a acumular pó, completamente como um ativo parado. Só mais tarde percebi que esses ativos podem ter outro uso. Experimentei usar mecanismos de collateral para liberar o valor de crédito do BTC, trocando-o por fundos disponíveis para aproveitar novas oportunidades de mercado. O mais importante é que a propriedade do BTC ainda está comigo, mas ele deixou de ser um número frio e passou a ser um capital que gera juros e que pode circular.
O que essa mudança significa? O núcleo da riqueza não é mais quanto você possui, mas quanto pode fazer com ela. A verdadeira segurança não é congelar os ativos, mas construir uma estrutura de ativos saudável através de uma gestão de risco flexível. De onde vem a liberdade? De transformar seus bens de forma eficiente em capacidade de ação.
À medida que mais pessoas adotam essa ideia de finanças de liquidez, a lógica financeira fundamental do setor será lentamente reformulada, e nossa compreensão de riqueza e liberdade também evoluirá.
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QuietlyStaking
· 5h atrás
A garantia de juros por garantia é realmente atraente, mas, para ser sincero, é uma aposta na fiabilidade do protocolo de liquidez... Quem mantém o dinheiro também não está errado, afinal, o risco de perda total existe sempre
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TideReceder
· 5h atrás
Ou seja, segurar até ficar preso acaba sendo uma armadilha. A liquidez é realmente importante; deixar o BTC rendendo juros é mais confiável do que acumular sem rendimento.
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PaperHandSister
· 5h atrás
Diz bem, mas é fácil de dar erro. Eu já pensei nisso também, e acabei por apostar toda a quantia emprestada em novas moedas, agora estou cheio de arrependimentos.
No mundo das criptomoedas, quanto mais tempo passo, mais percebo que a teoria tradicional de acumulação de riqueza tem problemas. Muitas pessoas ainda têm o hábito de bloquear os ativos, achando que segurar firmemente é sinónimo de segurança. Mas na era digital, os modos de fazer as coisas são diferentes; quando os ativos ficam rígidos, só podem ficar parados a desvalorizar, e as verdadeiras oportunidades acabam por ser perdidas.
O BTC que tinha antes era exatamente assim — guardado na carteira a acumular pó, completamente como um ativo parado. Só mais tarde percebi que esses ativos podem ter outro uso. Experimentei usar mecanismos de collateral para liberar o valor de crédito do BTC, trocando-o por fundos disponíveis para aproveitar novas oportunidades de mercado. O mais importante é que a propriedade do BTC ainda está comigo, mas ele deixou de ser um número frio e passou a ser um capital que gera juros e que pode circular.
O que essa mudança significa? O núcleo da riqueza não é mais quanto você possui, mas quanto pode fazer com ela. A verdadeira segurança não é congelar os ativos, mas construir uma estrutura de ativos saudável através de uma gestão de risco flexível. De onde vem a liberdade? De transformar seus bens de forma eficiente em capacidade de ação.
À medida que mais pessoas adotam essa ideia de finanças de liquidez, a lógica financeira fundamental do setor será lentamente reformulada, e nossa compreensão de riqueza e liberdade também evoluirá.