Dunt alerta: Em 2026 poderá ocorrer uma onda de quebras no mercado de ações, será que a queda de 90% se tornará realidade?
O economista Harry Dunt publicou recentemente uma análise de mercado bastante controversa. Segundo a análise do fundador da HS Dent Investment, uma das maiores liquidações de ativos desde a Grande Depressão está se aproximando — ele prevê que 2026 será um ponto de inflexão na história.
**A acumulação de bolhas atingiu o limite, três principais classes de ativos sob pressão**
A tese central de Dunt é: a "superbolha" atualmente impulsionada por dívidas já dura quase 17 anos, e ações, imóveis e ativos digitais estão severamente supervalorizados. Uma vez que a bolha estoure, o mercado de ações poderá enfrentar uma queda de 90% — o ambiente de urso mais severo desde a Grande Depressão.
**A primeira semana de janeiro se torna a "pedra de toque"**
Curiosamente, Dunt vê janeiro de 2026 — especialmente as duas primeiras semanas — como uma janela crítica para determinar se a bolha irá explodir de vez. Sua lógica baseia-se na experiência histórica: o desempenho do mercado de ações na primeira semana de janeiro e ao longo do mês costuma prever a tendência do ano todo. Se janeiro começar forte, pode significar que a bolha continuará por mais um ano; caso contrário, confirmará sua previsão de colapso do mercado de ações.
**Títulos do Tesouro dos EUA se tornam um "porto seguro"?**
Em relação às recomendações de alocação de ativos, Dunt acredita que a única opção potencialmente segura durante a crise são os títulos do Tesouro dos EUA — por uma razão simples: o Federal Reserve controla a emissão de moeda. No entanto, essa visão é diametralmente oposta à de outro economista renomado, Peter Schiff. Schiff prevê que, em 2026, o dólar enfrentará um risco de colapso sem precedentes, o que questiona a segurança dos ativos denominados em dólares.
A divergência entre esses dois economistas reflete uma profunda divisão de opiniões no mercado sobre o rumo de 2026 — será que o colapso do mercado de ações dominará, ou a desvalorização do dólar acontecerá primeiro? Talvez só saibamos a resposta no próximo ano.
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Dunt alerta: Em 2026 poderá ocorrer uma onda de quebras no mercado de ações, será que a queda de 90% se tornará realidade?
O economista Harry Dunt publicou recentemente uma análise de mercado bastante controversa. Segundo a análise do fundador da HS Dent Investment, uma das maiores liquidações de ativos desde a Grande Depressão está se aproximando — ele prevê que 2026 será um ponto de inflexão na história.
**A acumulação de bolhas atingiu o limite, três principais classes de ativos sob pressão**
A tese central de Dunt é: a "superbolha" atualmente impulsionada por dívidas já dura quase 17 anos, e ações, imóveis e ativos digitais estão severamente supervalorizados. Uma vez que a bolha estoure, o mercado de ações poderá enfrentar uma queda de 90% — o ambiente de urso mais severo desde a Grande Depressão.
**A primeira semana de janeiro se torna a "pedra de toque"**
Curiosamente, Dunt vê janeiro de 2026 — especialmente as duas primeiras semanas — como uma janela crítica para determinar se a bolha irá explodir de vez. Sua lógica baseia-se na experiência histórica: o desempenho do mercado de ações na primeira semana de janeiro e ao longo do mês costuma prever a tendência do ano todo. Se janeiro começar forte, pode significar que a bolha continuará por mais um ano; caso contrário, confirmará sua previsão de colapso do mercado de ações.
**Títulos do Tesouro dos EUA se tornam um "porto seguro"?**
Em relação às recomendações de alocação de ativos, Dunt acredita que a única opção potencialmente segura durante a crise são os títulos do Tesouro dos EUA — por uma razão simples: o Federal Reserve controla a emissão de moeda. No entanto, essa visão é diametralmente oposta à de outro economista renomado, Peter Schiff. Schiff prevê que, em 2026, o dólar enfrentará um risco de colapso sem precedentes, o que questiona a segurança dos ativos denominados em dólares.
A divergência entre esses dois economistas reflete uma profunda divisão de opiniões no mercado sobre o rumo de 2026 — será que o colapso do mercado de ações dominará, ou a desvalorização do dólar acontecerá primeiro? Talvez só saibamos a resposta no próximo ano.