Recentemente, um tópico de discussão interessante no mundo das criptomoedas é: o desempenho futuro do Bitcoin depende do ajuste no mercado de metais preciosos. Esta questão aparentemente técnica, na realidade reflete uma diferença fundamental na compreensão da lógica de alocação de ativos do mercado.
Perspectivas subestimadas e mal-entendidos do mercado
O analista-chefe da Glassnode, James Check, afirmou sem rodeios que aqueles que insistem na ideia de que “o Bitcoin só pode subir após o enfraquecimento dos metais preciosos” na verdade estão a interpretar mal as propriedades essenciais desses ativos. Ele declarou abertamente que essa visão é considerada uma “compreensão bastante não convencional no mercado”.
Essa posição não é isolada. A economista macro Lyn Alden, numa análise recente, apresentou uma lógica semelhante: entre ouro e Bitcoin, há mais uma relação de independência do que de competição, ou seja, eles operam de forma relativamente autônoma.
Os fatores estruturais por trás do desempenho dos ativos
Por que essa avaliação faz sentido? A explicação de Lyn Alden é bastante direta: a relativa “estabilidade” do Bitcoin no último ano, em contraste com o “brilho” do ouro, é sustentada por ciclos econômicos profundos de cada um. Esses dois ativos não estão competindo por uma mesma fatia de capital adicional, mas sim atendendo a diferentes necessidades de hedge contra riscos macroeconômicos. Em outras palavras, o desempenho forte dos metais preciosos não significa que a valorização do Bitcoin será necessariamente impedida.
Expectativas dos investidores institucionais para 2026
A postura dos investidores institucionais também é otimista. Matt Hougan, CIO da Bitwise, afirmou claramente que o Bitcoin deverá apresentar uma tendência de alta em 2025. Uma opinião mais agressiva vem de Samson Mow, fundador da Jan3, que até prevê que o Bitcoin pode estar iniciando uma “bull run de longo prazo, de uma década”.
De acordo com o consenso do setor, a fase de ajuste atual deve apresentar uma mudança significativa por volta de 2026. Por trás dessas previsões, está uma forte convicção na lógica de valor de longo prazo do Bitcoin.
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Por que razão o Bitcoin deve sincronizar-se com o ritmo do ouro e da prata? Vozes do setor divergem, mas apontam para um consenso
Recentemente, um tópico de discussão interessante no mundo das criptomoedas é: o desempenho futuro do Bitcoin depende do ajuste no mercado de metais preciosos. Esta questão aparentemente técnica, na realidade reflete uma diferença fundamental na compreensão da lógica de alocação de ativos do mercado.
Perspectivas subestimadas e mal-entendidos do mercado
O analista-chefe da Glassnode, James Check, afirmou sem rodeios que aqueles que insistem na ideia de que “o Bitcoin só pode subir após o enfraquecimento dos metais preciosos” na verdade estão a interpretar mal as propriedades essenciais desses ativos. Ele declarou abertamente que essa visão é considerada uma “compreensão bastante não convencional no mercado”.
Essa posição não é isolada. A economista macro Lyn Alden, numa análise recente, apresentou uma lógica semelhante: entre ouro e Bitcoin, há mais uma relação de independência do que de competição, ou seja, eles operam de forma relativamente autônoma.
Os fatores estruturais por trás do desempenho dos ativos
Por que essa avaliação faz sentido? A explicação de Lyn Alden é bastante direta: a relativa “estabilidade” do Bitcoin no último ano, em contraste com o “brilho” do ouro, é sustentada por ciclos econômicos profundos de cada um. Esses dois ativos não estão competindo por uma mesma fatia de capital adicional, mas sim atendendo a diferentes necessidades de hedge contra riscos macroeconômicos. Em outras palavras, o desempenho forte dos metais preciosos não significa que a valorização do Bitcoin será necessariamente impedida.
Expectativas dos investidores institucionais para 2026
A postura dos investidores institucionais também é otimista. Matt Hougan, CIO da Bitwise, afirmou claramente que o Bitcoin deverá apresentar uma tendência de alta em 2025. Uma opinião mais agressiva vem de Samson Mow, fundador da Jan3, que até prevê que o Bitcoin pode estar iniciando uma “bull run de longo prazo, de uma década”.
De acordo com o consenso do setor, a fase de ajuste atual deve apresentar uma mudança significativa por volta de 2026. Por trás dessas previsões, está uma forte convicção na lógica de valor de longo prazo do Bitcoin.