A Suprema Corte da Rússia fez uma coisa que não foi muito barulhenta, mas que é muito importante.
Num conflito civil não complicado, a corte esclareceu: ativos criptográficos pertencem a bens protegidos por direitos de propriedade.
Não são objetos especiais, nem ativos cinzentos, mas sim incluídos diretamente na estrutura de bens protegidos pela constituição.
O caso em si é simples.
Um residente de Moscovo emprestou 1000 $USDT em 2023, e a outra parte não devolveu, então entrou com uma ação judicial.
O tribunal inferior anteriormente rejeitou o pedido, alegando que stablecoins não estão dentro do âmbito da legislação de ativos financeiros digitais.
Mas a Suprema Corte deu um julgamento mais fundamental: desde que a origem do ativo seja legal, ele constitui um bem em si.
Se deve ser declarado ou tributado, é uma questão de conformidade, não uma condição para a constituição do direito de propriedade.
Isto é muito importante.
Em muitos países, os ativos criptográficos permanecem numa zona cinzenta por muito tempo:
De nome, você possui, mas uma vez que entra em disputa, roubo ou execução, devido à definição legal pouco clara, os direitos muitas vezes não podem ser realmente aplicados.
Esta decisão, equivale a reorganizar a lógica: primeiro confirmar se é um bem, depois discutir declaração, conformidade e responsabilidade, em vez de negar o direito de propriedade por falta de regulamentação.
A corte também deixou claro que não declarar às autoridades fiscais não nega automaticamente o direito de propriedade sobre ativos criptográficos, e que a obrigação de declaração atualmente se aplica principalmente aos mineiros, não a todos os detentores.
Isso fornece uma base clara para as autoridades e a prática judicial, de modo que ativos digitais roubados ou em disputa não estejam mais em um vazio legal, podendo ser protegidos e decididos de forma clara.
Visto num contexto mais amplo, esse momento também é bastante delicado.
Antes de uma nova rodada de legislação de regulamentação de criptomoedas ser concluída, a Suprema Corte estabeleceu uma linha de base judicial.
Na minha opinião, isso é um sinal de desideologização.
A decisão não discute se os ativos criptográficos devem ou não ser incentivados, mas volta a uma questão fundamental: ativos adquiridos legalmente devem ser tratados como bens?
Quando um país está disposto a responder a essa questão na constituição, isso significa que os ativos criptográficos estão passando de uma questão de postura política para uma questão de estrutura legal.
Isso não necessariamente indica uma postura totalmente amigável, mas pelo menos mostra que eles não podem mais ser ignorados facilmente.
#加密资产 #USDT #direitosdepropriedade
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A Suprema Corte da Rússia fez uma coisa que não foi muito barulhenta, mas que é muito importante.
Num conflito civil não complicado, a corte esclareceu: ativos criptográficos pertencem a bens protegidos por direitos de propriedade.
Não são objetos especiais, nem ativos cinzentos, mas sim incluídos diretamente na estrutura de bens protegidos pela constituição.
O caso em si é simples.
Um residente de Moscovo emprestou 1000 $USDT em 2023, e a outra parte não devolveu, então entrou com uma ação judicial.
O tribunal inferior anteriormente rejeitou o pedido, alegando que stablecoins não estão dentro do âmbito da legislação de ativos financeiros digitais.
Mas a Suprema Corte deu um julgamento mais fundamental: desde que a origem do ativo seja legal, ele constitui um bem em si.
Se deve ser declarado ou tributado, é uma questão de conformidade, não uma condição para a constituição do direito de propriedade.
Isto é muito importante.
Em muitos países, os ativos criptográficos permanecem numa zona cinzenta por muito tempo:
De nome, você possui, mas uma vez que entra em disputa, roubo ou execução, devido à definição legal pouco clara, os direitos muitas vezes não podem ser realmente aplicados.
Esta decisão, equivale a reorganizar a lógica: primeiro confirmar se é um bem, depois discutir declaração, conformidade e responsabilidade, em vez de negar o direito de propriedade por falta de regulamentação.
A corte também deixou claro que não declarar às autoridades fiscais não nega automaticamente o direito de propriedade sobre ativos criptográficos, e que a obrigação de declaração atualmente se aplica principalmente aos mineiros, não a todos os detentores.
Isso fornece uma base clara para as autoridades e a prática judicial, de modo que ativos digitais roubados ou em disputa não estejam mais em um vazio legal, podendo ser protegidos e decididos de forma clara.
Visto num contexto mais amplo, esse momento também é bastante delicado.
Antes de uma nova rodada de legislação de regulamentação de criptomoedas ser concluída, a Suprema Corte estabeleceu uma linha de base judicial.
Na minha opinião, isso é um sinal de desideologização.
A decisão não discute se os ativos criptográficos devem ou não ser incentivados, mas volta a uma questão fundamental: ativos adquiridos legalmente devem ser tratados como bens?
Quando um país está disposto a responder a essa questão na constituição, isso significa que os ativos criptográficos estão passando de uma questão de postura política para uma questão de estrutura legal.
Isso não necessariamente indica uma postura totalmente amigável, mas pelo menos mostra que eles não podem mais ser ignorados facilmente.
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