A palavra “trauma” é frequentemente mal utilizada. Usar “trauma” para descrever foca-se na sensação e emoção do momento. Este conceito é muitas vezes usado de forma ampla, a tal ponto que muitas vezes, ao ver a palavra “trauma”, não consigo identificar um trauma real. Muitas experiências descritas como “trauma” são, na verdade, oportunidades de experiência e aprendizagem. Refletir de forma racional costuma ser uma abordagem melhor do que ruminar emoções. O uso de “trauma” para colocar-se na posição de vítima é uma justificativa que leva ao auto-piedade e à ressonância de compaixão, o que, por sua vez, impede o desenvolvimento da subjetividade. Ser prejudicado é simplesmente ser prejudicado, não há bem nem mal, é apenas um fato, todos são aprendizados.
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A palavra “trauma” é frequentemente mal utilizada. Usar “trauma” para descrever foca-se na sensação e emoção do momento. Este conceito é muitas vezes usado de forma ampla, a tal ponto que muitas vezes, ao ver a palavra “trauma”, não consigo identificar um trauma real. Muitas experiências descritas como “trauma” são, na verdade, oportunidades de experiência e aprendizagem. Refletir de forma racional costuma ser uma abordagem melhor do que ruminar emoções. O uso de “trauma” para colocar-se na posição de vítima é uma justificativa que leva ao auto-piedade e à ressonância de compaixão, o que, por sua vez, impede o desenvolvimento da subjetividade. Ser prejudicado é simplesmente ser prejudicado, não há bem nem mal, é apenas um fato, todos são aprendizados.