Componentes fabricados na Suíça continuam a aparecer em equipamentos militares russos, incluindo mísseis, drones, tanques e outros sistemas, apesar das sanções internacionais, destacando lacunas na aplicação das medidas, segundo relatórios.
Um estudo recente de Samuel Bickett, da Comissão pela Liberdade em Hong Kong Foundation, revela que mais componentes de empresas suíças surgem no campo de batalha ucraniano do que de quase qualquer outro país europeu. “A maioria deles é encontrada em mísseis e drones. Mas também em tanques, centros de comando, aeronaves e outros sistemas de armas,” afirma Bickett.
O estudo identifica 322 componentes de origem suíça, incluindo microprocessadores, módulos GPS, conectores e cabos. Empresas como o Lemo Group, de Genebra, e a Huber+Suhner aparecem nos dados aduaneiros russos, embora muitas peças sejam produzidas na Ásia ou em outros países europeus. Módulos GPS U-blox também continuam a aparecer em drones russos, sendo um rastreado de uma produção em março de 2025.
A Secretaria de Estado para Assuntos Econômicos da Suíça (SECO) afirma que processa violações “de forma consistente,” triplicou o número de funcionários desde 2022 e prioriza a aplicação das sanções. Bickett destaca, no entanto, que a Suíça deve examinar cada item nos registros aduaneiros russos e sancionar todas as partes envolvidas.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
A tecnologia suíça continua a alcançar o exército russo apesar das sanções
Componentes fabricados na Suíça continuam a aparecer em equipamentos militares russos, incluindo mísseis, drones, tanques e outros sistemas, apesar das sanções internacionais, destacando lacunas na aplicação das medidas, segundo relatórios.
Um estudo recente de Samuel Bickett, da Comissão pela Liberdade em Hong Kong Foundation, revela que mais componentes de empresas suíças surgem no campo de batalha ucraniano do que de quase qualquer outro país europeu. “A maioria deles é encontrada em mísseis e drones. Mas também em tanques, centros de comando, aeronaves e outros sistemas de armas,” afirma Bickett.
O estudo identifica 322 componentes de origem suíça, incluindo microprocessadores, módulos GPS, conectores e cabos. Empresas como o Lemo Group, de Genebra, e a Huber+Suhner aparecem nos dados aduaneiros russos, embora muitas peças sejam produzidas na Ásia ou em outros países europeus. Módulos GPS U-blox também continuam a aparecer em drones russos, sendo um rastreado de uma produção em março de 2025.
A Secretaria de Estado para Assuntos Econômicos da Suíça (SECO) afirma que processa violações “de forma consistente,” triplicou o número de funcionários desde 2022 e prioriza a aplicação das sanções. Bickett destaca, no entanto, que a Suíça deve examinar cada item nos registros aduaneiros russos e sancionar todas as partes envolvidas.