Recebi um e-mail através do formulário de contacto do meu site de um adolescente que dizia:


“Encontrei a tua carteira.”
Anexei uma foto da minha carteira Prada com a minha carta de condução, o meu cartão de débito e os meus cartões de crédito dentro. Escreveu: "Por favor, liga-me para te devolver."
O mais louco? Nem sequer sabia que tinha perdido.
A tinha encontrado no estacionamento de um centro comercial onde faço as unhas. Quando a liguei, disse-me que tinha estado horas preocupada porque sabia que, quando percebesse que ela tinha desaparecido, ficaria "frenética".
Depois, falei com a mãe dela, que me enviou o endereço. Conduzi cerca de 30 minutos até à casa dela para a procurar.
Quando cheguei, senti-me tão emocionado com a sua amabilidade que chorei. A mãe dela estava de pé no alpendre, radiante, e disse: «Faço tudo para ensinar aos meus filhos que fazer o que é certo importa».
Entreguei-lhe uma nota de 100 euros. Ela sorriu imenso e agradeceu-me. Disse-lhe que a única pessoa que merecia agradecimento era ela.
Mencionei que a carteira era de design porque muitas jovens de 16 anos a teriam guardado. Era cara. Ela não.
Muita gente teria usado os cartões de crédito que estavam lá dentro. Ela não.
Em vez disso, passou horas preocupada com como eu me sentiria quando percebesse que ela tinha desaparecido.
Amigos, saibam que as pessoas boas e honestas existem. E, quando tiverem que tomar uma decisão, perguntem-se: "O que esperaria que um estranho fizesse se a situação fosse inversa?".
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