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Perrone revela as suas cartas frente a Scaloni: a reviravolta de Como evidencia o seu potencial para o projeto argentino
A atuação de Máximo Perrone na vitória do Como por 3-1 contra o Lecce na 27ª jornada da Serie A representa muito mais do que uma simples vitória. Para o médio argentino, representa uma oportunidade de ouro de se consolidar nas análises de Lionel Scaloni num momento crucial para a seleção nacional. O médio de 23 anos, formado nas categorias do Vélez, destacou-se como o verdadeiro motor da equipa lombarda num jogo que começou da pior forma possível.
A reviravolta inesperada a partir do meio-campo
Quando apenas decorriam minutos do jogo, a cabeça do maliano Lassana Coulibaly colocou o Lecce na frente. Poderia ter sido o início de uma tarde frustrante, mas ao invés disso marcou o ponto de virada. Foi precisamente a partir do meio-campo que Perrone começou a deixar a sua marca: recuperações precisas, circulação eficaz e visão de jogo que mudaram o rumo do jogo.
O primeiro golo chegou aos 18 minutos através de uma ação que resume a contribuição do médio: recebeu no meio-campo, controlou com segurança e lançou um passe rasteiro no espaço para que Jesús Rodríguez pudesse desbordar. O extremo espanhol cruzou de forma perfeita para que Anastasios Douvikas empatasse. Uma execução impecável que sem dúvida não passará despercebida para quem analisa o seu desempenho do ponto de vista das seleções nacionais.
Minutos depois, com empenho defensivo e velocidade mental, pressionou o marcador visitante no centro do terreno. A recuperação permitiu-lhe conduzir alguns metros e filtrar uma assistência delicada com precisão cirúrgica, novamente no espaço para Rodríguez. O toque foi tão exato que o guarda-redes francês Jean Butez ficou fora de posição, permitindo que o espanhol ultrapassasse a linha de golo aos 35 minutos.
As luzes de Perrone sob o olhar de Scaloni e a concorrência na seleção
Aos 43 minutos, Lucas Da Cunha executou uma cobrança de falta nas imediações da área que encontrou a cabeça de Marc-Oliver Kempf para o terceiro golo. Para então, Perrone já tinha saído de campo após 64 minutos em jogo, cedendo o protagonismo a Nicolás Paz, o médio criativo que também está na mira da seleção para os próximos compromissos internacionais.
A concorrência intensifica-se no meio-campo argentino. Paz chegava com a expectativa de recuperar após uma suspensão que o impediu de estar na vitória da Fiorentina contra a Juventus em Turim, mas a performance de Perrone neste jogo reacende o debate sobre as opções disponíveis. Para Scaloni, as decisões tornam-se mais complexas: ambos os jogadores demonstram capacidade para conduzir o jogo e criar oportunidades a partir de trás.
Com esta vitória, o Como consolida a sua posição na zona da Liga Europa, totalizando apenas cinco derrotas numa campanha extraordinária. No entanto, a verdadeira vitória para Perrone poderá materializar-se nas próximas convocatórias da seleção. A sua atualização tática, a precisão nas transições e a capacidade de ler o jogo colocam-no como um ativo fundamental na estrutura que Scaloni está a aperfeiçoar para os desafios internacionais que se aproximam. A Finalíssima contra Espanha e o Mundial de junho-julho serão o palco definitivo, mas atuações como a deste sábado são as que escrevem os primeiros capítulos dessas futuras histórias.