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Acabei de analisar os últimos resultados da Snap e há definitivamente algo interessante a acontecer aqui. A empresa faturou 1,7 mil milhões de dólares no Q4, um aumento de 10% em relação ao ano anterior, o que é bastante sólido à primeira vista. Mas o que chamou a minha atenção foi a forma como estão a reformular todo o seu modelo de receita.
A assinatura paga Snap+ está a tornar-se uma verdadeira fonte de rendimento — agora com 24 milhões de assinantes, um aumento de 71% em relação ao ano passado. A receita média por utilizador subiu para 3,62 dólares, e eles conseguiram mesmo passar a um lucro líquido de $45 milhões, contra $9 milhões no ano anterior. Portanto, a estratégia de assinaturas está claramente a dar frutos.
No entanto, aqui está o ponto: os utilizadores ativos diários caíram ligeiramente para 474 milhões, de 477 milhões. A maior parte dessa queda aconteceu na América do Norte e na Europa, o que é importante de notar, dado a pressão competitiva do Instagram, Facebook e TikTok no negócio de publicidade deles. A gestão já sinalizou que a receita do próximo trimestre provavelmente irá desapontar os analistas.
Mas o CEO Evan Spiegel parece confiante sobre o rumo que isto está a tomar. Durante a chamada de resultados, foi bastante direto sobre a mudança da empresa — estão a avançar agressivamente para hardware com o Specs, os seus óculos de RA. Até criaram uma subsidiária separada só para este produto. A última vez que promoveram óculos de RA publicamente foi em 2019, por isso este é um retorno significativo a esse espaço.
A abordagem de Spiegel é interessante: construir o Specs como uma marca própria, em vez de apenas colocar o nome do Snapchat nele. Ele vê os óculos de RA a atrair um público completamente diferente do que o da sua aplicação principal de mensagens. A forma como o explicou foi sobre integrar a tecnologia na vida quotidiana, não apenas pensar em mobile-first.
Eles também estão a testar novas formas de monetização, como cobrar pelo recurso de armazenamento Memories. Está claro que a Snap aposta que o crescimento a longo prazo não virá do domínio tradicional da publicidade, mas de hardware, assinaturas e criação de novas fontes de receita.
Com o lançamento do Specs iminente, Spiegel reconheceu que ainda estão a ajustar a estratégia. A prioridade agora é lançar um produto que realmente funcione, e depois descobrir como maximizar o seu potencial. Essa é a jogada inteligente — acertar no hardware primeiro, a estratégia de monetização depois.