Recentemente, notei um fenómeno interessante: dados fortes não conseguiram sustentar o dólar. O mercado de trabalho dos EUA está a apresentar um bom desempenho, e, em teoria, isso deveria oferecer suporte ao dólar, mas a realidade é exatamente o oposto.



O estratega de Corporate Payment, Carl Shamota, comentou recentemente que isso reflete uma sensação de pessimismo enraizada no mercado. Em outras palavras, mesmo com dados económicos robustos, os investidores continuam pessimistas em relação ao dólar. Isto serve como um aviso para aqueles que apostam que os fundamentos americanos irão salvar o dólar.

Em termos históricos, a queda atual do dólar é relativamente moderada e ainda não atingiu níveis extremos. Mas aí está o problema — se o sentimento de pessimismo no mercado não mudar, há espaço para uma continuação da queda. Por outro lado, quanto mais profundo for esse apego ao pessimismo, mais frágil será o dólar.

Curiosamente, normalmente dados económicos fortes sustentam a moeda, mas agora o sentimento de pessimismo prevalece sobre os fundamentos, indicando que o humor do mercado já dominou completamente. Se não houver mudanças significativas a seguir, a fraqueza do dólar pode persistir.
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