Alocação de ativos no impasse entre a parte EUA e o Irão: arte do ataque e da defesa em criptoativos e commodities



A principal contradição dos mercados globais atuais concentra-se na geopolítica do Médio Oriente — a mediação do cessar-fogo entre a parte EUA e o Irão encontra-se num impasse; a Turquia e o Egito continuam a esforçar-se por avançar nas negociações, mas o Irão já deixou claro que recusa reunir-se em Islamabad com a parte EUA e aponta que os requisitos apresentados pela parte EUA são inaceitáveis. Após o discurso nacional de Trump a 1 de abril, em que afirmou ter conseguido para o Irão uma “vitória rápida, decisiva e esmagadora”, o mercado, pelo contrário, ficou ainda mais confuso devido a este sinal contraditório de “ganhar em parte e combater ao mesmo tempo” — ele disse que as forças militares americanas “se retirarão em breve”, mas também condicionou o cessar-fogo à reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irão, ao mesmo tempo que afirmou que continuará a intensificar os ataques ao Irão nas próximas duas a três semanas.

Esta incerteza tem um impacto profundo na lógica de alocação de diferentes classes de ativos:

Criptoativos: BTC e ETH, como ativos centrais do mercado cripto, estão a apresentar um desempenho fraco no curto prazo, sob pressão do sentimento de refúgio, mas se o conflito geopolítico continuar a escalar e provocar problemas de liquidez no sistema financeiro tradicional, a narrativa de “ouro digital” e “infraestruturas de finanças descentralizadas” poderá ser novamente precificada. Os ativos de elevada beta, como SOL e HYPE, apresentam maior volatilidade; o risco no curto prazo é mais elevado, mas a resiliência no médio e longo prazo é também maior.

Commodities: o petróleo, devido ao prémio geopolítico, disparou, mas qualquer sinal positivo no processo negocial pode desencadear uma forte correção em baixa; o ouro, como rei dos ativos de refúgio, continua a ser muito procurado, mas já se encontra em máximos históricos, sendo necessário ter em conta o efeito de cobertura da valorização do dólar; a prata, que tem características industriais, apresenta uma volatilidade maior e é mais adequada para investidores com maior tolerância ao risco.

Recomendações de estratégia: antes de existirem progressos claros nas negociações entre a parte EUA e o Irão, recomenda-se manter uma certa proporção de ouro e BTC como alocação defensiva; o petróleo e as ações relacionadas com energia podem ser envolvidos no curto prazo, mas exigem a definição rigorosa de stop-loss. Assim que as negociações do cessar-fogo alcançarem uma rutura substancial e o prémio de risco geopolítico for rapidamente eliminado, os ativos de risco poderão registar um rebound retaliatório. Acompanhe de perto os progressos da nova ronda de mediações que está a ser impulsionada pela Turquia e pelo Egito nos próximos dias.

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Erikid54vip
· 12h atrás
Para a Lua 🌕
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