Quando há uma guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo dispara para o céu, e desta vez o roteiro nem precisou ser alterado. A Arábia Saudita aumentou diretamente o preço do petróleo bruto destinado à Ásia em 17 dólares por barril, e a sobretaxa atingiu um recorde. Em linguagem simples: os compradores não têm escolha, então aproveitam o caos para encher a conta. O Estreito de Hormuz é uma via crucial que controla cerca de um quinto do petróleo mundial; uma única interrupção por parte do Irã faz com que EUA, Japão e Coreia do Sul fiquem em alerta. Ainda mais interessante, a Arábia Saudita e o Irã teoricamente deveriam estar no mesmo lado, mas a relação entre eles é mais delicada que a de sogra e genro — ambos parecem irmãos muçulmanos por fora, mas por dentro cada um calcula seus interesses com barulhenta precisão. Os EUA estão ocupados com expectativas de redução de taxas de juros, China e Rússia buscam rotas alternativas, enquanto a Europa finge que não se importa — e as refinarias asiáticas silenciosamente suportam essa sobretaxa de 17 dólares. Não há jeito, o petróleo está na sua porta, mas você não está na mesa de negociações. Em resumo, toda vez que há uma crise no Oriente Médio, quem mais sofre não são os que atiram, mas aqueles que precisam comprar petróleo e não têm voz na decisão. A história prova repetidamente que neste mundo há dois tipos de países: aqueles que criam problemas e lucram com eles, e aqueles que pagam a conta pelos problemas alheios. #Gate广场四月发帖挑战 $PTB

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