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Sete vezes a transformação! A questão dos EUA e Irã
Primeiro, o ponto principal: alguém está a tentar mediar um cessar-fogo.
Do lado do Paquistão, foi apresentado um plano, querendo que as duas partes parem de lutar primeiro, reabram o Estreito de Hormuz, e depois, em 15 a 20 dias, negociem um acordo final — provavelmente a Irã compromete-se a não desenvolver armas nucleares, em troca da suspensão de sanções pelos EUA e do desbloqueio de ativos.
Mas a Irã respondeu de forma direta:
Não aceita estabelecer um prazo final, nem quer ser pressionada.
Não vai abrir o estreito por causa de um “cessar-fogo temporário”.
Deixou claro que os EUA não estão preparados para um “cessar-fogo permanente”.
Por outro lado, uma grande operação de resgate.
Dois pilotos americanos caíram na fronteira com o Irã, a primeira tentativa de resgate foi bem-sucedida com pagamento; a segunda, foi mais agitada — mais bombardeiros para limpar o local, e transportes aterrando numa “base misteriosa” dentro do Irã (provavelmente controlada por forças locais compradas com dinheiro). Resultado: os pilotos foram resgatados, mas duas transportadoras tiveram falhas e tiveram que ser destruídas, e três foram enviadas para buscá-los.
Custo: só as transportadoras custaram cerca de 200M de dólares, sem contar outros gastos. Os internautas comentaram: “Isto não é resgatar pessoas, é gastar dinheiro à toa.”
E ainda mais, as duas partes continuam a falar de forma diferente:
O exército iraniano disse: a operação de resgate dos EUA foi um “fracasso completo”, abatendo um helicóptero Black Hawk e uma C-130, com várias mortes entre os militares americanos, e até divulgaram vídeos dos destroços.
Trump afirmou: que conseguiram resgatar com sucesso os dois pilotos, sem perdas entre os americanos.
Um detalhe interessante:
Embora o Estreito de Hormuz esteja oficialmente bloqueado, na prática, o tráfego de navios pode ser o dobro do que as estatísticas oficiais indicam. Muitos navios passam silenciosamente desligando o rádio, enquanto a Guarda Revolucionária Iraniana patrulha ativamente o local, e os EUA praticamente não interferem.
Por fim, a Irã propôs um “plano de cobrança”:
Quer passar pelo estreito? Pode, mas tem que pagar uma “taxa de passagem”, até que cubra as perdas causadas na guerra. A justificativa é: a guerra foi provocada por Israel e os países do Golfo, e como não recebem dinheiro de Israel, vão cobrar dos “senhores” — parece até justo, não é?
O Paquistão tentou atuar como mediador, mas a Irã não aceitou; os EUA conseguiram resgatar os pilotos, mas a um custo enorme, e a Irã disse que “vocês se deram mal”; o estreito continua tenso, mas por trás das cenas, os navios continuam passando; a Irã começou a cobrar oficialmente uma “taxa de passagem”.
Este jogo ainda está no começo. Como acha que vai evoluir?$BTC $ETH