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Percebi uma história interessante que merece atenção: o príncipe Alwaleed Bin Talal voltou à lista de bilionários da Forbes 2025 como o homem mais rico do mundo árabe, com um património de 16,5 mil milhões de dólares. Não é apenas o número que impressiona, mas sobretudo a forma como este indivíduo constrói riqueza – é estratégico, diversificado e está sempre um passo à frente.
Então, quem é realmente? Nascido em 1955, o príncipe não é um dos muitos ricos sauditas – é neto do rei fundador da Arábia Saudita e também neto do primeiro-ministro do Líbano. Já estava na lista da Forbes em 2017 com 18,7 mil milhões, mas desapareceu em 2018, quando a Forbes deixou de contabilizar os bilionários sauditas. Agora, em 2025, voltou, e não só: é o único entre os bilionários sauditas de 2017 a reaparecer, ocupando o primeiro lugar entre os 15 sauditas presentes este ano. A nível global, está na 128ª posição, mas aqui falamos do mais rico do mundo árabe – categoria onde domina sem concorrentes.
A base da sua fortuna? A Kingdom Holding Company, que fundou há 45 anos e detém 78,13%. Esta participação sozinha vale cerca de 6,4 mil milhões. Mas é a carteira total que impressiona: 19 mil milhões de dólares distribuídos estrategicamente em três setores principais – finanças, hotelaria e imóveis – com expansão em 18 setores menores.
No setor tecnológico, a Kingdom Holding é o segundo maior acionista do X (ex Twitter) e da xAI de Musk. No ano passado, aumentou o investimento na xAI para 800 milhões entre as rondas B e C. Alwaleed acreditava em Musk já em 2022, durante a aquisição do Twitter, e duplicou a aposta quando foi anunciada a fusão X-xAI em março. Prevê que o seu investimento nesta joint venture possa atingir 4-5 mil milhões no futuro próximo. No portefólio, estão também Meta, Uber, Didi, Lyft.
A hotelaria representa quase 31% do portefólio – possui 23,7% da Four Seasons em joint venture com Bill Gates (tinha 47,5% mas vendeu metade a Gates em 2021 por 2,21 mil milhões). Além disso, 6,8% da Accor, o grupo francês com mais de 40 marcas como Fairmont e Raffles.
Finanças? Em 1991, investiu 800 milhões na Citigroup, que virou 10 mil milhões em 2005. Hoje, a Kingdom Holding detém 1,06% da Citigroup e 16,2% do Banque Saudi Fransi (1,8 mil milhões). Os imóveis representam 25,9% do portefólio – Kingdom Centre em Riade e a Jeddah Tower (com mais de 1.000 metros, será a mais alta do mundo).
Na aviação, detém 37,2% da Flynas, a companhia low-cost que opera 61 aviões. Segundo o príncipe no X, a Flynas fará IPO na Tadawul este ano, com objetivo de 2 mil milhões. No setor de saúde, possui 4,9% da Dallah Health e gere o Kingdom Hospital. Na educação, tem 89,8% do Sistema Escolar Kingdom, que viu os inscritos aumentar 14% no ano passado.
O que impressiona é a coerência: este não é alguém que acumula riqueza ao acaso. É o mais rico do mundo árabe porque constrói portfólios, diversifica, investe a longo prazo e sabe quando entrar em setores emergentes como a IA. Merece estar no radar de quem acompanha os grandes investidores globais.