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Tenho visto muitas conversas recentemente sobre se o mercado de ações vai realmente colapsar em 2026, e honestamente, há razões bastante sólidas para levar essa questão a sério neste momento.
Deixe-me explicar o que tem preocupado as pessoas. Primeiro, Jerome Powell praticamente afirmou em setembro que os preços das ações estão "bastante valorizados" pela maioria das medidas. E ele não foi o único — outros responsáveis do Fed têm feito comentários semelhantes, com alguns até alertando para a possibilidade de quedas "desordenadas" nos preços das ações. O Relatório de Estabilidade Financeira destacou que as avaliações estão a ficar esticadas.
Aqui está o que me chama a atenção: o S&P 500 está atualmente a negociar a 22,2 vezes os lucros futuros. Isso é um valor bastante elevado pelos padrões históricos — muito acima da média de 10 anos, que é de 18,7. O que é interessante é que, toda vez que o índice atingiu esse nível de avaliação antes, acabou por colapsar fortemente. Durante a bolha das dot-com, caiu 49%. Durante a venda em 2021-2022 devido à COVID, caiu 25%. E no ano passado, quando as avaliações dispararam para 22x, vimos uma queda de 19% até abril.
Mas há outro fator que ninguém deve ignorar: anos de eleições intermédias. Historicamente, o S&P 500 tem sido brutal nesses períodos — com retornos médios de apenas 1% em comparação com a média anual normal de 9%. Quando o partido do presidente em exercício está no poder durante as eleições intermédias, a queda média é na verdade de 7%. A lógica é bastante simples: as eleições intermédias criam incerteza política, os mercados odeiam isso, e os investidores retraem-se.
Dito isto, há uma luz ao fundo do túnel. Os seis meses após as eleições intermédias tendem a ser a fase mais forte de qualquer ciclo presidencial de quatro anos, com retornos médios históricos de 14%. Portanto, se o mercado tiver dificuldades em 2026, a fase de recuperação pode ser bastante significativa.
A verdadeira questão é se essas avaliações elevadas finalmente vão corrigir-se. O mercado vai colapsar? Não necessariamente de forma iminente, mas a configuração está definitivamente presente. Todo o precedente histórico sugere que, quando se atingem esses extremos de avaliação, algo acaba por acontecer. Acrescente a incerteza das eleições intermédias e sim, 2026 pode ficar complicado antes de melhorar. Vale a pena ficar atento a como as coisas evoluem nos próximos meses.