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O verdadeiro risco não está no Médio Oriente, mas sim dentro do sistema financeiro
Nos últimos dias, o mercado tem estado atento ao conflito geopolítico, mas há uma pista que vale ainda mais a pena ter em conta e que foi ignorada: a indústria de seguros dos EUA está a acumular uma “bomba-relógio” invisível.
Atualmente, a alocação de fundos de seguros dos EUA em crédito privado está já a aproximar-se de 1 bilião de dólares. Mas o problema não está na dimensão, e sim na “segurança” destes ativos — que pode estar a ser sistematicamente sobreavaliada.
O conflito central está no sistema de rating.
As entidades reguladoras já fizeram amostragens e descobriram que: a esmagadora maioria dos ratings de crédito privado está acima da avaliação interna, chegando até a casos em que “lixo” é classificado como investimento de grau, com desvios que chegam a 6 níveis. Mais importante ainda, esse relatório foi depois retirado e até hoje não voltou a ser publicado.
Por que é que isto acontece?
Primeiro, o crédito privado em si não é transparente; os ratings circulam apenas internamente e a supervisão externa é quase impossível.
Segundo, as agências de rating mais pequenas são mais agressivas, para que seja mais fácil “dar notas altas” e gerar negócio.
Terceiro, as seguradoras dependem destes ratings para reduzir a exigência de capital, o que, na essência, é “optimizar os balanços”.
O resultado é —
Utilizar ativos que parecem seguros para suportar riscos reais mais elevados.
O que torna este assunto verdadeiramente perigoso é:
Assim que o ambiente de crédito se inverter e os incumprimentos começarem a espalhar-se, o problema não vai ser libertado lentamente; pode passar diretamente de “subestimado” para “exposição concentrada”.
Isto não é um problema de um único ativo, mas um problema estrutural.
A frase-chave:
Nesta ronda de risco, não são os ativos que estão maus — é o “risco” que está a ser embalado como segurança.
Perspetiva do mestre:
Isto é muito semelhante a 2008, mas é mais subtil. A curto prazo não vai explodir, mas quando for desencadeado, é uma reação em cadeia. O mercado está agora a focar-se no conflito visível; mas o verdadeiro foco deve ser nestes riscos de crédito subestimados. Numa frase: a mina já está enterrada, só ainda não foi detonada.
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