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Previsões de mercado estáveis Novas regras para negociação de curto prazo entram em vigor hoje
Fonte: Jornal de Referência Econômica
Para regulamentar ainda mais as ações de negociação de curto prazo no mercado de valores mobiliários, esclarecer os critérios de reconhecimento e delimitar as fronteiras regulatórias, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou anteriormente as “Disposições sobre a Supervisão de Negociações de Curto Prazo” (doravante “Disposições”), que entram em vigor a partir de 7 de abril de 2026. Instituições do setor apontam que a implementação das “Disposições” ajudará a estabilizar as expectativas do mercado e facilitará a participação de diversos investidores profissionais no mercado.
Negociação de curto prazo refere-se à ação de investidores com determinadas qualificações (acionistas que possuem mais de 5% das ações de empresas listadas na bolsa ou na NEE, além de diretores, conselheiros e altos executivos de empresas listadas ou na NEE) que vendem dentro de seis meses após a compra, ou que compram novamente ações da mesma empresa listada ou na NEE dentro de seis meses após a venda. O Artigo 44 da “Lei de Valores Mobiliários da República Popular da China” regula o sistema de negociação de curto prazo, esclarecendo que os lucros obtidos com essa prática pertencem à empresa, e que a diretoria deve recuperar esses lucros, enquanto o Artigo 189 detalha as penalidades relacionadas. Na prática, é necessário definir com mais precisão a qualificação do investidor, os momentos de compra e venda, e os critérios de cálculo de participação acionária; além disso, algumas situações específicas, como conversão de dívidas conversíveis, heranças, doações, operações de mercado de balcão, entre outras, devem ser isentas durante a execução.
As “Disposições” contêm doze artigos, incluindo: definição dos sujeitos aplicáveis e do escopo de títulos. Estabelece que quem possuir a condição de acionista majoritário, diretor, conselheiro ou alto executivo no momento da compra e venda, ou que adquira ações sem essa condição na compra e venda, deve seguir as regras de negociação de curto prazo. Define que “outros títulos com natureza de participação acionária”, incluindo certificados de depósito, dívidas conversíveis, ações conversíveis, entre outros, também estão sujeitos às regras regulatórias detalhadas. Esclarece os critérios de reconhecimento do momento de participação e de negociação. Determina que o momento de compra e venda seja registrado na data de transferência de propriedade do título, que a participação de acionistas majoritários seja calculada considerando ações emitidas nacional e internacionalmente pela mesma empresa listada ou na NEE, e que ações detidas por investidores estrangeiros por diferentes canais sejam consolidadas, em conformidade com as regulamentações pertinentes.
As “Disposições” também esclarecem situações de isenção. Define 13 casos de isenção, incluindo conversão de ações preferenciais, subscrição e resgate de ETFs, concessões, registros e exercício de opções de incentivos de participação acionária, execução judicial, operações de mercado de balcão, recompras por ordens judiciais, entre outros, apoiando o desenvolvimento do mercado e as necessidades regulatórias. Além disso, situações que envolvam uso de informações privilegiadas para obter benefícios ilegais não são isentas. Para casos gerenciados por instituições profissionais, com contas de títulos abertas separadamente por produto ou portfólio, o cálculo da participação será feito por conta única de produto ou portfólio, incluindo fundos públicos de investimento, fundos de seguridade social, fundos de pensão básicos, fundos de aposentadoria, fundos de seguros, produtos de gestão privada de fundos de títulos e ações, fundos de investimento privados que atendam às regulamentações, entre outros, facilitando as operações, promovendo a abertura ao exterior e a entrada de fundos de médio e longo prazo no mercado. Caso esses produtos ou portfólios não possam operar de forma independente ou apresentem conflitos de interesse ou irregularidades, não serão considerados separadamente.
Especialistas do setor acreditam que a implementação das “Disposições” ajudará a estabilizar as expectativas do mercado e a facilitar as operações. A CITIC Securities afirmou que as “Disposições” refletem a abordagem regulatória de manter a conformidade, detalhando regras para estabilizar as expectativas do mercado e facilitar negociações em conformidade. A entrada em vigor dessas regras ajudará a reduzir os custos institucionais para fundos de médio e longo prazo, além de facilitar a participação de investidores profissionais. A clarificação das regras reduzirá preocupações de conformidade causadas por critérios de reconhecimento ambíguos e evitará violações não intencionais devido a interpretações equivocadas. Para casos de gestão por instituições profissionais, com contas de títulos abertas por produto ou portfólio, o cálculo separado da participação acionária resolve dificuldades anteriores de operações de fundos institucionais relacionadas a negociações entre produtos, facilitando a participação de fundos de seguridade social, fundos de pensão e outros fundos de longo prazo no mercado.