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Husitas emitem nova ameaça — O Mar Vermelho pode tornar-se a segunda frente de batalha
Com Israel continuando os ataques aéreos ao Líbano, os houthis do Iémen estão a emitir novos avisos de guerra. O líder dos houthis, Abdul Malik Houthi, afirmou a 9 de abril que a invasão contínua de Israel ao Líbano pode levar à reinicialização total do conflito, e declarou que já “completamente e definitivamente impediram que Israel e os Estados Unidos utilizem o Mar Vermelho para fins militares hostis”. Se essa ameaça se concretizar, o Médio Oriente enfrentará um bloqueio energético duplo vindo do Estreito de Hormuz e do Estreito de Mandeb.
1. Houthis: O Mar Vermelho tornou-se uma “zona proibida”
Os houthis afirmaram que bloquearam completamente as atividades militares de Israel e dos Estados Unidos no Mar Vermelho. Essa declaração não é apenas uma ameaça verbal. Desde a escalada do conflito entre Israel e Palestina em 2023, os houthis têm atacado mais de 40 navios comerciais com mísseis e drones, incluindo cargas relacionadas com os EUA e Israel. Recentemente, os houthis dispararam várias mísseis balísticos anti-navio contra o Mar Vermelho e, em cooperação com o Irã e o Hezbollah do Líbano, lançaram múltiplos ataques coordenados contra Israel.
2. Ligação com negociações EUA-Irã: o Líbano como catalisador
A última declaração dos houthis está diretamente relacionada à situação no Líbano. Os houthis deixaram claro que a continuação da invasão de Israel ao Líbano pode levar à reinicialização total do conflito. Isso significa que os houthis estão a vincular suas operações militares no Mar Vermelho e no Estreito de Mandeb ao destino do Hezbollah no Líbano.
Esse efeito de ligação torna a situação no Médio Oriente ainda mais complexa. Se as negociações entre os EUA e o Irã fracassarem ou se as ações militares de Israel no Líbano continuarem a escalar, os houthis podem intensificar os ataques a navios no Mar Vermelho e até bloquear completamente o Estreito de Mandeb. Com o bloqueio do Mandeb e o Estreito de Hormuz sob controle rigoroso, a cadeia de abastecimento energético global enfrentará uma pressão dupla vinda de ambos os lados.
3. Segurança aérea também em risco
Especialistas em segurança alertam que a nova rodada de ataques dos houthis representa um risco significativo para a segurança aérea na Arábia Saudita e no Egito. Os houthis já usaram mísseis e drones para atacar aeroportos e instalações petrolíferas na Arábia Saudita, aumentando o risco para a aviação. Se o Estreito de Mandeb for totalmente bloqueado, não só o transporte marítimo será afetado, mas também as rotas aéreas na região sofrerão impactos severos.
4. Do campo de batalha secundário à ameaça direta
Os houthis têm sido considerados há muito tempo como “agentes” do Irã na Península Arábica. Com o aumento do conflito direto entre EUA e Irã, o papel dos houthis está mudando — eles deixam de ser uma força de perturbação secundária para se tornarem uma força militar capaz de ameaçar diretamente a navegação internacional no Mar Vermelho e influenciar o abastecimento energético global.
Segundo análises, o estoque de mísseis e a capacidade de produção de drones dos houthis foram significativamente fortalecidos com o apoio do Irã. A declaração firme de Abdul Malik Houthi em 9 de abril baseia-se exatamente nessa capacidade reforçada.
5. Reações em cadeia na situação do Mar Vermelho
A rota do Mar Vermelho responde por cerca de 12% do comércio mundial. Se os houthis aumentarem os ataques ou bloquearem o Estreito de Mandeb, os custos globais de navegação subirão ainda mais, e o comércio entre Europa e Ásia enfrentará sérios impactos.
Atualmente, algumas empresas de navegação já optaram por contornar o Cabo da Boa Esperança devido aos riscos de segurança no Mar Vermelho, aumentando o percurso em cerca de 15 a 20 dias e os custos de seguro várias vezes. Se a situação piorar, contornar o Cabo da Boa Esperança passará de uma “opção alternativa” para a “única opção”, aumentando ainda mais a pressão sobre a cadeia de abastecimento global.
Com o Estreito de Hormuz ainda sob controle rigoroso do Irã, o Estreito de Mandeb, no Mar Vermelho, enfrenta a ameaça de um “bloqueio total” pelos houthis. Ao vincular a crise no Líbano à segurança do Mar Vermelho, os houthis transformam a posição estratégica do Oriente Médio de uma “passagem segura” para um “duplo bloqueio”. O sucesso ou fracasso das negociações entre Líbano e EUA em 14 de abril poderá determinar se a situação no Mar Vermelho se agravará ainda mais.