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Recentemente, notei um fenómeno interessante: os Emirados Árabes Unidos parecem estar a acumular silenciosamente uma presença no setor de mineradoras de Bitcoin. De acordo com dados na cadeia, uma carteira relacionada à realeza de Abu Dhabi detém cerca de 6.782 bitcoins, avaliados em aproximadamente 450 milhões de dólares, com lucros contabilizados de 344 milhões de dólares. Isto não foi acumulado através de compras no mercado, mas sim através de uma mineração em larga escala ao longo dos anos, com a implantação contínua de equipamentos de mineração.
No que diz respeito à infraestrutura, os Emirados Árabes Unidos começaram a planejar já em 2022, construindo instalações de grande escala na Ilha Al Reem. Posteriormente, colaboraram com uma grande empresa de mineração, implantando uma capacidade de mineração de 250 megawatts com sistemas de refrigeração imersiva, sendo esta a maior implantação local. Atualmente, esses equipamentos continuam a produzir cerca de 4,2 bitcoins por dia, mesmo com a recente correção no preço do Bitcoin, mantendo a operação ativa.
O mais interessante é que este país adotou uma estratégia completamente diferente. Os Estados Unidos e o Reino Unido geralmente obtêm bitcoins através de confisco de ativos, enquanto os Emirados transformaram energia e infraestrutura de mineração em uma reserva de ativos digitais de longo prazo. Quando muitos mineradores são forçados a vender devido à baixa do mercado, eles, pelo contrário, acumulam de forma constante. Essa abordagem assemelha-se a transformar a vantagem energética do país numa espécie de conta de poupança de Bitcoin de longo prazo.