Conflito intenso entre Líbano e Israel, ameaças do Houthis ao Estreito de Ormuz, cessar-fogo em Gaza sob dúvida



Conflito contínuo na véspera das negociações entre Líbano e Israel
Na véspera das negociações entre Líbano e Israel, marcadas para 14 de abril em Washington, os confrontos não cessaram. O exército israelense realizou ataques aéreos no sul do Líbano, causando pelo menos 7 mortos e 19 feridos, enquanto o Hezbollah respondeu com drones e foguetes. O primeiro-ministro israelense, Netanyahu, visitou a “zona de amortecimento” no sul do Líbano, afirmando que “a guerra ainda continua”. Desde 2 de março, os ataques de Israel ao Líbano já causaram mais de 2000 mortos e mais de 6500 feridos.

Ameaças do Houthis ao Estreito de Ormuz
No dia 12, os Houthis do Iémen alertaram que, se os EUA e Israel atacarem novamente o Irã ou a “Frente de Resistência”, irão participar das operações militares com “maior intensidade”. A mídia oficial iraniana IRIB sugeriu: “Bloqueio marítimo do Irã? Estreito de Ormuz. Está prestes a acontecer.” O conselheiro de assuntos internacionais do líder supremo iraniano, Velayati, também advertiu que, se a Casa Branca “cometer outro erro”, basta um movimento para perturbar o fluxo global de energia e comércio. Analistas apontam que, ao controlar o Estreito de Ormuz, os Houthis, se bloquearem, criarão uma pressão dupla na rota de energia, junto com o Estreito de Hormuz.

Cessar-fogo em Gaza sob dúvida, Hamas em negociações no Cairo
A delegação do Hamas se reuniu no Cairo com mediadores egípcios no dia 12, para discutir as alegações de violação do acordo de cessar-fogo em Gaza e apresentar demandas como a abertura total das fronteiras e aumento da ajuda humanitária. No entanto, o exército israelense realizou ataques aéreos no campo de refugiados de Bureij, no centro de Gaza, no dia 11, matando 6 pessoas. Desde a implementação da primeira fase do cessar-fogo em Gaza, em outubro de 2025, as ações subsequentes do exército israelense já causaram 749 mortes e 2082 feridos na região.

Mediação internacional continua, Paquistão desempenha papel crucial
O presidente francês, Macron, conversou separadamente com os líderes do Irã, Arábia Saudita e Turquia, pedindo que o cessar-fogo inclua o Líbano e que as operações no Estreito de Hormuz sejam retomadas o mais rápido possível. O Paquistão continua atuando como plataforma de comunicação entre os EUA e o Irã, embora as posições de ambos ainda estejam distantes. Analistas destacam que a relação dupla de Pequim com o Irã e o Paquistão oferece condições reais para que Islamabad mediador atue na região.
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Ryakpanda
· 2h atrás
冲就完了 👊
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