Na noite passada, antes de dormir, vi que algum projeto estava novamente a anunciar "conquista de marco", minha primeira reação não foi olhar o PPT, mas verificar como o tesouro do país está a gastar: em que tipo de pessoas/serviços o dinheiro é gasto, se é contínuo, se de repente houve uma grande transferência e a pessoa desapareceu. Para ser sincero, despesas de projetos feitas com seriedade são muito "aborrecidas" — desenvolvimento, auditoria, infraestrutura, pequenas despesas na comunidade, mas frequentes; aquelas feitas de forma descuidada são muito "atraentes" — uma campanha de marketing, uma colaboração, o resto tudo depende de narrativas para sobreviver.



Recentemente, essa discussão sobre royalties de NFTs também parece um espelho: de um lado dizem que querem sustentar os criadores, do outro têm medo de que o mercado secundário não tenha liquidez. Não tomo partido, só olho se o tesouro do projeto inclui "renda para criadores" no orçamento de longo prazo, ou se só gritam duas frases no Twitter. De qualquer forma, aqui continuo, colocando ordens com antecedência, as emoções vêm rápido, e a densidade de negociações é a mais honesta.
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