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Dezenas de milhares de soldados americanos à vista, Trump de repente manda parar: não vamos lutar? O que está acontecendo?
Mais de dez mil soldados americanos, várias dezenas de navios de guerra, dezenas de aviões de combate, bloqueando o Estreito de Ormuz, tudo pronto para o combate, o mundo todo achando que a guerra vai começar. Mas Trump virou-se e disse: a guerra acabou, nos próximos dois dias podem retomar as negociações no Paquistão.
O que aconteceu? Desistiram? Não. O Irã não se rendeu, os EUA também não admitiram derrota.
Os EUA estão encenando uma peça de “assustar o tigre na montanha” — a guerra pode não acontecer, mas o espetáculo deve ser completo. Querem fazer o mundo acreditar: eu tenho coragem de lutar, posso lutar, quem decide se lutamos ou não sou eu. Em resumo, querem cobrar uma “taxa de passagem”, aquele gene de pirata ainda está latente.
Mas o mundo não entrou na brincadeira. O secretário-geral da OTAN disse que “faz o possível”, mas os países membros despejaram água fria:
Primeiro-ministro do Reino Unido, Sunak: por mais pressão que façamos, não participaremos da guerra, não é do interesse do Reino Unido.
Ministro da Defesa da Espanha: o bloqueio marítimo é sem sentido, contra a guerra ilegal.
Ministro das Relações Exteriores da Turquia: defende a paz e a abertura de rotas.
Coincidência, esses dois primeiros-ministros acabaram de visitar a China recentemente, um voltou de uma visita, o outro está na quarta visita em quatro anos. Eles estão do lado certo.
Os EUA queriam testar a “firmeza” da OTAN com essa situação, mas a OTAN escolheu: não participar. Pedir dinheiro? Pedir tropas? Os EUA querem lucrar, estamos cansados disso.
Os EUA também disseram: apenas apreender, sem disparar, talvez usar drones contra barcos rápidos. Alguns petroleiros mudaram de rota, outros continuam navegando — será que os mais ousados aguentam? Não, é quem tem respaldo, como a China, que impede os EUA de agir.
O Irã mostrou firmeza, ganhando força para negociar e exigir condições e indenizações. A estratégia de pressão máxima dos EUA é clara: pressionar ao máximo, encenar bem, mas não gastar todas as balas — eles querem é barganha, não guerra.
Essa peça nos ensina: ficar do lado da justiça e da equidade, não temer lutar sozinho. O Irã, com sua firmeza, conquistou respeito e provou que — ameaças hegemônicas não assustam quem permanece firme.