A possibilidade de redução de juros aumenta, mas há segredos ocultos por trás… O mais recente relatório do Goldman Sachs aponta que, apesar de prever uma alta da inflação, desaceleração do crescimento econômico e um aumento moderado na taxa de desemprego, esse impacto não será suficiente para desencadear uma crise completa na cadeia de suprimentos, nem forçará o Federal Reserve a aumentar as taxas de juros de emergência. O ponto-chave é que — o aumento do desemprego e a melhora na inflação núcleo irão efetivamente contrabalançar a pressão de alta nos preços da energia, fornecendo um forte suporte para cortes de 25 pontos base em setembro e dezembro. À primeira vista, trata-se de uma disputa entre dados de inflação, desemprego e outros indicadores, mas o que realmente importa são os fluxos de capital e as respostas políticas por trás, que representam o verdadeiro termômetro do mercado. Quando as expectativas de corte de juros se fortalecem, as mudanças nos fluxos de capital podem já ter começado silenciosamente.

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