Futuros
Aceda a centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma de ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negoceie Opções Vanilla ao estilo europeu
Conta Unificada
Maximize a eficiência do seu capital
Negociação de demonstração
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para a sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe em eventos para recompensas
Negociação de demonstração
Utilize fundos virtuais para experimentar uma negociação sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Recolher doces para ganhar airdrops
Launchpool
Faça staking rapidamente, ganhe potenciais novos tokens
HODLer Airdrop
Detenha GT e obtenha airdrops maciços de graça
Pre-IPOs
Desbloquear acesso completo a IPO de ações globais
Pontos Alpha
Negoceie ativos on-chain para airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e receba recompensas de airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens inativos
Investimento automático
Invista automaticamente de forma regular.
Investimento Duplo
Aproveite a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com staking flexível
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Dê em garantia uma criptomoeda para pedir outra emprestada
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Esta imagem mostra a tendência de variação da oferta monetária (M2, moeda ampla) dos Estados Unidos e da China de 2000 a 2026. A conclusão principal é que a oferta monetária da China ultrapassou a dos EUA por volta de 2012, e a diferença se ampliou rapidamente, chegando a mais do que o dobro dos EUA em 2026.
O que esta imagem indica?
· A “inundação monetária” da China supera amplamente a dos EUA: nos últimos 20 anos, o crescimento econômico acelerado da China foi principalmente impulsionado por crédito e investimento, com o banco central “imprimindo dinheiro” em grande quantidade para sustentar a expansão de infraestrutura, imóveis e indústria.
· A expansão monetária dos EUA foi relativamente moderada: além da crise financeira de 2008 e do estímulo massivo após a pandemia de 2020, a taxa de crescimento monetário geral dos EUA foi inferior à da China, e nos últimos anos tem se estabilizado.
Análise de prós e contras
Para a economia chinesa, os “prós”:
· Acelerou a urbanização, a construção de infraestrutura e a atualização da manufatura.
· Durante crises (como 2008 e 2020), rapidamente sustentou a economia, evitando desemprego em massa.
Para os “contras” (mais sentidos pelos cidadãos comuns):
· Poder de compra encolhendo: a emissão excessiva de dinheiro supera o crescimento real de riqueza, levando à escalada de preços de imóveis, educação, saúde e outros ativos/serviços, além da desvalorização de depósitos em dinheiro.
· Risco de endividamento: governos locais, empresas e famílias acumulam dívidas enormes; uma desaceleração econômica revela a pressão para pagar dívidas (como falências de construtoras ou dificuldades fiscais locais).
· Crescimento de renda fraco: apesar do aumento contínuo da moeda, o dinheiro não chega efetivamente ao bolso das pessoas comuns, elevando o custo de vida enquanto os salários permanecem difíceis de aumentar.
Como as pessoas comuns podem passar por isso de forma segura?
Ideia central: reduzir ativos em dinheiro, aumentar ativos reais que resistam à inflação e diminuir o endividamento.
1. Não guardar muito dinheiro em espécie: depósitos a prazo e fundos monetários rendem muito abaixo da inflação real, manter por muito tempo é uma perda passiva.
2. Alocar ativos que protejam contra a inflação (por ordem de risco):
· Imóveis em áreas nobres: cidades de primeira/segunda linha, boas regiões escolares, imóveis perto de estações de metrô continuam sendo instrumentos de preservação de valor a longo prazo (mas evite especular em áreas suburbanas ou imóveis turísticos).
· Ouro: investir de 5% a 10% do patrimônio anual em barras físicas ou ETFs de ouro, como reserva de valor em cenários de risco extremo.
· Ativos de alta qualidade: ações de dividendos elevados, blue chips, REITs de utilidades públicas (rodovias de cobrança, energia elétrica), que podem compartilhar o fluxo de caixa gerado pela expansão monetária.
3. Aumentar o “capital humano”: investir em habilidades próprias, especialmente em setores de demanda futura como saúde, IA e energias renováveis, para que a renda pessoal cresça mais rápido que a inflação.
4. Endividar-se com cautela: evitar empréstimos de alto juro, não comprar imóveis além da sua capacidade (hipoteca não deve ultrapassar 40% da renda), priorizar o pagamento de dívidas de cartão de crédito e empréstimos ao consumo.
5. Alocar moderadamente moedas estrangeiras/ativos no exterior: se possível, abrir contas no exterior, fazer aportes regulares em seguros de dólar ou fundos globais (como o S&P 500), para se proteger do risco de uma única moeda.
Resumindo: menos dinheiro em RMB, mais ativos físicos, ativos essenciais e habilidades próprias, além de reduzir dívidas, são as chaves para se manter firme na inundação monetária.